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Filipe de Milly: O Barão de Nablus que Negociou Todo o Seu Reinado

Filipe de Milly: O Barão de Nablus que Negociou Todo o Seu Reinado

Quando percorremos a galeria dos grão‑mestres templários, é fácil sermos seduzidos pela figura do guerreiro impetuoso que morre em combate empunhando a espada. Bernardo de Tremelay, o quarto grão‑mestre, deu esse exemplo.
O seu sucessor, André de Montbard, foi o último dos fundadores, um velho cansado que aceitou o cargo apenas para impedir interferências reais. Bertrando de Blanchefort, o sexto grão‑mestre, foi um reformador silencioso que preferiu a pena à espada. Mas o sétimo grão‑mestre, Filipe de Milly — também conhecido como Filipe de Nablus — não se encaixa em nenhuma dessas categorias. Ele não foi um grande comandante militar, nem um legislador, nem um mártir.
Ele foi, acima de tudo, um diplomata e um administrador. Um barão que, ao longo de meio século de serviço ao Reino Latino de Jerusalém, trocou terras, recusou heranças, casou filhas estrategicamente e, somente quando já não tinha mais nada a perder, trocou o título de senhor pelo hábito branco dos Templários.
Governou a Ordem por apenas dois anos — o suficiente para demonstrar que a força dos Templários não residia apenas nas suas espadas, mas sobretudo na sua capacidade de se integrar na intrincada teia política do Oriente Latino.
Neste artigo, procuro reconstituir a vida e o legado desse homem que, mais do que qualquer outro, ensinou aos Templários que a diplomacia podia ser tão decisiva quanto a cavalaria.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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