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Educação, Ciência e Espiritualidade

Educação Ciência e Espiritualidade

Educação, Ciência e Espiritualidade

Neste Artigo, Charles Evaldo Boller, navega pela pesquisa que reflete as bases históricas e filosóficas dessa integração, deparei-me com um universo riquíssimo de pensadores, pedagogos e místicos que, em diferentes épocas e culturas, insistiram na mesma verdade: não há ciência plena sem ética, não há educação completa sem transcendência, e não há espiritualidade autêntica que prescinda do rigor intelectual.

Assim ele nos leva a compreender que o verdadeiro conhecimento não é acúmulo de informações, mas transformação interior – e que a ciência, quando desprovida de sentido, torna-se mera técnica, enquanto a espiritualidade, sem lastro crítico, degenera em superstição.

Neste artigo, ele compartilha os frutos dessa jornada de integração entre educação, ciência e espiritualidade – uma investigação que leva a revisitar clássicos, a dialogar com correntes de pensamento aparentemente opostas e a reconhecer, em cada descoberta, um passo em direção à nossa própria completude (individual).

Convido o leitor a acompanhar esse percurso, não para encontrar respostas prontas, mas para se permitir perguntar, duvidar e, sobretudo, integrar o que a cultura fragmentada insiste em separar. Afinal, se a educação forma o intelecto, se a ciência desvenda o mundo, é a espiritualidade que dá sentido a tudo – e é na harmoniosa síntese desses três pilares que se constrói, silenciosa e firmemente, o templo interior de cada ser humano.

Sabemos que desde a Antiguidade, os pensadores intuíam que o ser humano só alcança plenitude quando integra três dimensões: razão, moral e espiritualidade. Platão falava da harmonia entre logos, ethos e mythos; Aristóteles distinguia o saber teórico, prático e poético; os medievais organizaram o trivium e o quadrivium. No século XVIII, o Iluminismo radicalizou a confiança na razão, mas não suprimiu a exigência da virtude nem a intuição do transcendente.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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