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A Luz que Dança no Tempo: Os Solstícios e a Jornada Iniciática Maçônica

A Luz que Dança no Tempo: Os Solstícios e a Jornada Iniciática Maçônica

Nas pesquisas que tenho realizado sobre os fundamentos cosmológicos da tradição maçônica, poucos temas me provocaram uma admiração tão profunda quanto a influência dos solstícios nos mistérios da Ordem.

Desde as eras mais remotas, a humanidade voltou o seu olhar ao firmamento em busca de transcendência, e esses momentos cruciais do ciclo solar serviram de alicerce para calendários, festividades e tradições iniciáticas.

Na Maçonaria, os solstícios transcendem a condição de eventos astronômicos para se tornarem símbolos da jornada espiritual do obreiro, expressando o eterno movimento entre a luz e as trevas, o conhecimento e a ignorância.

A sua importância reside na forma como conectam astronomia, filosofia, ética e espiritualidade.

As fontes históricas remontam às tradições egípcias, gregas e célticas, onde os solstícios marcavam a renovação cósmica, e à adoção maçónica das festas de São João Batista (solstício de verão) e São João Evangelista (solstício de inverno).

Doutrinadores como Albert G. Mackey, em Symbolism of Freemasonry, e Manly P. Hall, em The Secret Teachings of All Ages, reconheceram o valor simbólico destes ciclos, enquanto René Guénon, em Símbolos Fundamentais da Ciência Sagrada, viu no solstício a porta entre dois mundos.

Novas interpretações sugerem que a dança solsticial representa a alternância entre a ação e a contemplação, entre o trabalho exterior e a introspeção.

Este ensaio convida o autor e o leitor a mergulharem numa tradição que nos ensina que a verdadeira luz não é a do Sol, mas a que ele simboliza: a consciência que desperta no silêncio do coração.

Que a leitura ilumine essa busca sobre a manifestação da luz nos mistérios iniciáticos, delineando como essas forças cósmicas refletem o aprimoramento moral e a evolução do maçom

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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