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Os Tribunais da Roma Antiga

Os Tribunais da Roma Antiga

Os Tribunais da Roma Antiga

Nas pesquisas que realizei sobre os sistemas judiciários da Antiguidade, sempre me impressionou como Roma, diferentemente da Grécia pulverizada ou do Egito teocrático, construiu um edifício jurídico que se tornaria a base do direito ocidental.

Da República ao Império, os tribunais romanos evoluíram de estruturas simples para um complexo aparato judicial, onde o Praetor Urbanus – magistrado sênior com poderes executivos ou imperium – detinha a jurisdição sobre os cidadãos romanos, enquanto o Praetor Peregrinus, criado em 242 a.C., julgava as causas que envolviam estrangeiros, estabelecendo as bases para um sistema de justiça que influencia a prática jurídica até hoje.

A investigação sobre esses tribunais revela que a inovação romana não se limitou à figura do pretor, mas estendeu-se à criação das quaestiones perpetuae – tribunais permanentes com júri que, a partir de meados do século II a.C., julgaram crimes contra a res publica, como peculato, corrupção eleitoral e extorsão.

Nesse contexto, a justiça romana não era apenas um conjunto de regras, mas uma arena onde a retórica e a filosofia se encontravam: Cícero, advogado e filósofo, introduziu os romanos às escolas gregas e criou um vocabulário filosófico latino, enquanto Sêneca, o estoico, via a justiça não como ambição ou fama, mas como algo que "apenas pretende merecer aos seus próprios olhos".

A compreensão dos tribunais romanos transcende o âmbito da história jurídica, lançando luz sobre questões filosóficas fundamentais – como a relação entre direito e justiça, entre a lei positiva e a lei natural – que ainda hoje nos interpelam.

Este artigo, fruto de uma pesquisa que percorreu as fontes históricas – desde as Institutas de Justiniano até os discursos forenses de Cícero – convida o autor e o leitor a explorarem os meandros de um sistema que, como um fórum da razão, influenciou profundamente a história do direito e a própria ideia de justiça no Ocidente.

Compreender os tribunais de Roma é compreender as raízes de um legado que, como nos ensinou o próprio Cícero, nos recorda que "somos todos servos das leis para que possamos ser livres".

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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