O Templo de Dendera — também conhecido como Templo de Hathor — é um dos templos egípcios mais impressionantes e bem preservados. Foi dedicado à deusa Hathor, divindade do amor, da música, da dança, da alegria e da maternidade.
O nome Dendera deriva do egípcio Iunet ou Tentyris, e o local era um importante centro de culto a Hathor desde o Antigo Império.
A história do templo remonta a mais de 2.000 a.C., com evidências de santuários dedicados a Hathor desde o Antigo Império. A estrutura atual, no entanto, foi construída principalmente durante o período greco-romano, entre 125 a.C. e 60 d.C., com a construção iniciada por Ptolomeu XII. O templo foi concluído durante o reinado do imperador romano Tibério.
O templo permaneceu sepultado por areia e lama até ser desenterrado pelo arqueólogo francês Auguste Mariette em meados do século XIX.
O famoso Zodíaco de Dendera, um relevo astronômico atualmente no Museu do Louvre
Curiosidades
O “segredo” das escadas derretidas: As escadas do templo apresentam marcas que intrigam os estudiosos até hoje.
O Zodíaco de Dendera: Um dos relevos astronômicos mais famosos do Egito, hoje no Louvre.
Representação de Cleópatra VII: O templo contém representações de Cleópatra VII e seu filho Cesarião.
Doze criptas decoradas: O templo possui doze criptas com decorações elaboradas.
Um dos templos melhor preservados do Egito: Graças ao fato de ter permanecido sepultado por séculos.
Legado
O Templo de Dendera é uma das joias da arquitetura egípcia do período greco-romano.
Sua excelente preservação, suas cores ainda vibrantes e a riqueza de seus relevos astronômicos e religiosos fazem dele uma fonte inestimável para o estudo da religião egípcia tardia.
A presença de representações de governantes ptolomaicos e romanos atesta a continuidade da cultura egípcia sob domínio estrangeiro, e o famoso Zodíaco de Dendera permanece como um dos mais importantes documentos astronômicos da Antiguidade.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).