Caio Musônio Rufo (c. 30 – c. 100 d.C.), conhecido como “Musônio, o Etrusco”, foi um dos mais relevantes filósofos estoicos do século I d.C., servindo como um importante elo entre o estoicismo do período imperial e as gerações futuras.
Nascido em Volsínios (na atual Toscana, Itália), ele alcançou grande fama como professor de filosofia em Roma durante o reinado de Nero. Sua integridade inabalável, no entanto, lhe rendeu inimigos poderosos. Acusado de participar da fracassada Conspiração de Pisão contra Nero, foi condenado ao exílio e enviado para a pequena ilha grega de Gyaros.
Musônio foi exilado duas vezes: primeiro por Nero e novamente na década de 70 pelo imperador Vespasiano, retornando a Roma apenas sob o governo de Tito, onde prosseguiu com seu ensino até sua morte. Apesar de sua grande influência, Musônio Rufo não deixou nenhum escrito próprio; sua filosofia sobreviveu através de fragmentos de notas de aula publicadas por seus discípulos, sendo o mais famoso deles Epiteto.
Curiosidades e Ideias
Filósofo da prática: Para Musônio, a filosofia não era mera teoria, mas um treinamento diário e prático para se viver uma vida virtuosa. Uma de suas máximas resume essa ideia: “Se alguém realiza algum bem embora com trabalho, a labuta passa, mas o bem permanece; se alguém faz algo desonroso com prazer, o prazer passa, mas a desonra permanece”.
Defensor da igualdade: Musônio Rufo foi um dos primeiros filósofos a defender consistentemente que as mulheres tinham a mesma capacidade que os homens para a filosofia e a virtude, preconizando que deveriam receber a mesma educação.
A coragem sem ira: Sua marca registrada era a parrhesia, a coragem de dizer a verdade ao poder, mas sem jamais se deixar levar pela ira ou pela paixão, preservando a serenidade estoica mesmo diante da mais cruel injustiça.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).