Cônego Januário da Cunha Barbosa (1780–1846) foi sacerdote, jornalista, político e intelectual brasileiro, considerado um dos grandes próceres da Independência. Além de sua atuação religiosa e política, também foi maçom, iniciado na Loja MaçônicaComércio e Artes, no Rio de Janeiro, onde se destacou como defensor dos ideais de liberdade e soberania nacional.
Biografia de Januário da Cunha Barbosa
Nascimento: 24 de março de 1780, no Rio de Janeiro.
Formação: Estudou no Seminário de São José, ordenando-se sacerdote. Tornou-se cônego da Sé do Rio de Janeiro.
Carreira intelectual:
Foi jornalista e escritor, colaborando em periódicos que defendiam ideias liberais e nacionalistas.
Participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) em 1838, sendo seu primeiro secretário perpétuo.
Produziu obras de caráter histórico e literário, voltadas para a construção da identidade nacional.
Participou de sessões e debates que influenciaram diretamente o processo de emancipação política do Brasil.
Outros fatos ligados:
Sua vida maçônica esteve ligada à articulação de ideias nacionalistas e republicanas.
A Maçonaria foi um espaço de encontro de líderes que buscavam a ruptura com Portugal e a construção de um Estado soberano.
Como maçom, Januário da Cunha Barbosa reforçou sua imagem de intelectual comprometido com a liberdade e a construção da identidade brasileira.
Legado
Cônego Januário da Cunha Barbosa é lembrado como sacerdote, jornalista, político e maçom, cuja trajetória reflete a união entre fé, pensamento iluminista e ação política. Sua ligação à Loja Comércio e Artes simboliza o papel da Maçonaria como espaço de formação de lideranças e difusão de ideias que moldaram a Independência e os primeiros passos da República.
Em síntese, Januário da Cunha Barbosa foi um prócer da Independência, intelectual e maçom ativo, cuja vida representa a convergência entre religião, política e fraternidade maçônica na construção do Brasil do século XIX.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).