Home / Simbólicos / A Fundação da Primeira Grande Loja da Inglaterra: Gênese, Protagonistas e Curiosidades

A Fundação da Primeira Grande Loja da Inglaterra: Gênese, Protagonistas e Curiosidades

A Fundação da Primeira Grande Loja da Inglaterra Gênese Protagonistas e Curiosidades

A Fundação da Primeira Grande Loja da Inglaterra: Gênese, Protagonistas e Curiosidades

1. Introdução

A 24 de junho de 1717, numa modesta taberna londrina conhecida como Goose and Gridiron Ale-house, nasceu a instituição que viria a transformar para sempre a organização da Maçonaria mundial. A criação da Grande Loja de Londres e Westminster — mais tarde denominada Premier Grand Lodge of England — representou um ponto de inflexão decisivo na história da fraternidade, estabelecendo pela primeira vez uma estrutura centralizada de governo maçónico e inaugurando o que os historiadores designam como o período da Maçonaria especulativa moderna.

Este artigo, fundamentado numa investigação aprofundada de fontes académicas e documentação histórica, examina o contexto político e social que conduziu à fundação da primeira Grande Loja, analisa os protagonistas envolvidos, descreve o processo de institucionalização subsequente e apresenta um conjunto de curiosidades e debates historiográficos que envolvem este evento fundador.

2. O Contexto Político e Social: Entre os Stuarts e os Hanover

A fundação da Grande Loja em 1717 não pode ser compreendida sem a análise do conturbado contexto político inglês das primeiras décadas do século XVIII. A ascensão de Jorge I, primeiro monarca da Casa de Hanôver, ao trono britânico em 1 de agosto de 1714, ocorreu num ambiente de profundas tensões religiosas e dinásticas, na sequência do fracasso da primeira revolta jacobita de 1715.

Numerosos historiadores sugerem que a criação da primeira Grande Loja maçónica pode ter sido, em parte, uma estratégia política para alinhar a Maçonaria com a nova dinastia germânica dos Hanôver, que sucedera aos Stuarts. Marsha Keith Schuchard, historiadora especializada no período, observa que a administração Whig da Inglaterra organizou a Grande Loja como um contrapeso leal aos Hanôver face à influência jacobita que anteriormente se verificara nas lojas maçónicas. A Maçonaria que predominou na Inglaterra hanoveriana estava, assim, estreitamente ligada ao Whiggismo.

Este contexto político é fundamental para compreender não apenas o momento da fundação, mas também a orientação ideológica que a nova instituição viria a assumir nos seus primeiros anos de existência, marcada pelos ideais de tolerância e compreensão universal inspirados pelo Iluminismo e pela Revolução Científica do século XVII.

3. A Fundação: 24 de Junho de 1717 na Goose and Gridiron

3.1. O Relato Oficial

De acordo com a narrativa consagrada, particularmente a partir da obra de James Anderson nas Constituições de 1738, quatro lojas londrinas existentes reuniram-se na Goose and Gridiron Ale-house, em St. Paul’s Churchyard, e constituíram-se formalmente como Grande Loja. A data escolhida — o dia de São João Batista, 24 de junho — não foi acidental. A Festa de São João Batista, que marca o solstício de verão, era já tradicionalmente celebrada pelos maçons operativos medievais, e a sua adoção pela nova Grande Loja estabelecia uma continuidade simbólica com as tradições mais antigas da ordem.

Segundo o mesmo relato, as quatro lojas já se tinham reunido no ano anterior, em 1716, na Apple-Tree Tavern, onde “tendo colocado na cadeira o Mestre Maçom mais antigo (então Mestre de uma Loja), constituíram-se numa Grande Loja pro tempore em boa e devida forma”. Foi nessa reunião preparatória que se decidiu convocar a assembleia fundadora para junho do ano seguinte.

3.2. As Quatro Lojas Fundadoras

As quatro lojas que participaram na fundação recebiam os seus nomes das tabernas onde habitualmente se reuniam. Eram elas:

  • Goose and Gridiron Ale-house, localizada em St. Paul’s Churchyard, que deu o seu nome à loja;

  • Crown Ale-house, em Parker’s Lane, off Drury Lane;

  • Apple-Tree Tavern, em Charles Street, Covent Garden;

  • Rummer and Grapes Tavern, em Channel Row, Westminster.

O edifício Goose and Gridiron sobreviveu até à década de 1890. Pouco antes da sua demolição, um historiador maçónico realizou esboços do seu exterior e mediu a sala onde a Grande Loja foi formada. A sala teria capacidade para menos de cem pessoas, que teriam de permanecer muito próximas umas das outras para caberem no seu interior.

3.3. A Eleição do Primeiro Grão-Mestre

Na assembleia fundadora, os membros presentes elegeram como primeiro Grão-Mestre “Anthony Sayer, Gentleman”. Pouco mais se sabe sobre Sayer, que foi descrito como um homem de meios independentes quando assumiu o cargo. Contudo, a sua vida posterior foi marcada por dificuldades financeiras, provavelmente na sequência do colapso da South Sea Bubble, que arruinou muitos dos seus contemporâneos.

Sayer solicitou assistência ao fundo de caridade da Grande Loja em 1724, 1730 e 1741, tendo também recebido ajuda da loja Old Kings Arms, onde servia como guarda externo ou tyler. Apesar das suas dificuldades, o respeito que granjeara entre os seus irmãos permaneceu inabalável. O relato jornalístico do seu funeral, em janeiro de 1741/2, afirma que “o seu corpo foi seguido por um grande número de Cavalheiros daquela Honorável Sociedade da melhor qualidade, da Taberna Shakespears Head na Piazza em Covent Garden, e foi decentemente sepultado na igreja de Covent Garden”.

4. Os Protagonistas da Institucionalização

Se Anthony Sayer foi a figura cerimonial da fundação, coube a outros protagonistas transformar aquela assembleia informal numa instituição duradoura e influente.

4.1. George Payne: O Organizador

George Payne, um funcionário público do Exchequer, sucedeu a Sayer como Grão-Mestre em 1718, tendo exercido novamente o cargo em 1720. Foi durante o seu mandato que a Grande Loja começou a funcionar como um verdadeiro organismo regulador. Payne compilou os Regulamentos Gerais dos Maçons Livres, que foram impressos em 1722 ou 1723 e posteriormente incorporados nas Constituições de Anderson.

Estes regulamentos, aprovados pela Grande Loja no dia de São João Batista de 1721, estabeleceram as bases da governação maçónica moderna. Neles se encontra uma das primeiras referências escritas ao conceito de Landmarks, determinando a necessidade de manter os “antigos marcos” da ordem. Payne estabeleceu também que todas as questões seriam decididas na Grande Loja por maioria de votos, cada membro tendo um voto e o Grão-Mestre dois.

4.2. John Theophilus Desaguliers: O Cientista e o Aristocrata

O Reverend Dr. John Theophilus Desaguliers (1683-1744) foi, segundo muitos historiadores, a verdadeira força motriz por detrás da transformação da Maçonaria inglesa. Nascido em La Rochelle, filho de um clérigo huguenote, Desaguliers foi um cientista de renome, membro da Royal Society e amigo próximo de Isaac Newton.

Desaguliers tornou-se Grão-Mestre em 1719 e, mais importante ainda, utilizou a sua vasta rede de contactos científicos e aristocráticos para atrair para a Maçonaria membros da nobreza e da intelligentsia científica. Foi através dos seus esforços que a Grande Loja conseguiu, em 1721, obter um nobre — o Duque de Montagu — para presidir como Grão-Mestre. Este feito foi crucial para estabelecer a instituição como um organismo de autoridade reconhecido, permitindo-lhe começar a reunir-se trimestralmente e a emitir mandados para lojas fora de Londres.

Desaguliers é frequentemente designado como o “Pai da Maçonaria Especulativa Moderna”, e a sua dedicação ao movimento, embora por vezes controversa, foi fundamental para o seu desenvolvimento e expansão.

4.3. James Anderson: O Historiador e Codificador

O Reverend James Anderson (1679-1739) foi o responsável pela compilação e redacção das primeiras Constituições impressas da Maçonaria, publicadas em 1723 sob a autoridade da Grande Loja.

A obra de Anderson continha três elementos fundamentais: uma história da Maçonaria, que remontava de forma fantasiosa os seus primórdios a Adão no Jardim do Éden; as Obrigações e Regulamentos, que estabeleciam as regras de conduta e governação; e os Regulamentos Gerais compilados por Payne. Embora Anderson seja frequentemente apresentado como o autor único, os historiadores reconhecem hoje que a obra foi o resultado do trabalho conjunto de três homens: o próprio Anderson, Desaguliers e Payne.

A componente histórica das Constituições, embora reconhecidamente mitologizada, foi concebida para conferir antiguidade e legitimidade à jovem organização, inserindo-a numa narrativa bem conhecida. Os princípios nela consagrados — responsabilidade cívica, ênfase no mérito pessoal acima da riqueza ou posição social, civilidade e moralidade, bem como a crença num Ser Supremo — continuam a orientar os maçons nos nossos dias.

5. A Evolução Institucional e a Expansão

Nos seus primeiros anos, a Grande Loja reunia-se apenas para a Assembleia Anual e a Grande Festa, com o propósito de eleger o Grão-Mestre e os Grandes Vigilantes. Foi a partir de 1720, sob a liderança de Payne e Desaguliers, que a Grande Loja começou a funcionar como um organismo regulador efetivo, emitindo mandados e estabelecendo a sua autoridade sobre as lojas da metrópole e, progressivamente, sobre as lojas provinciais.

A expansão foi rápida. Em 1725, foi fundada a Grande Loja de York, que se autoproclamou Grande Loja da Inglaterra, estabelecendo uma rivalidade que antecedeu a cisão mais significativa. A nível internacional, a Grande Loja de Inglaterra constituiu a sua primeira loja em Paris em 1732, embora uma loja continental já tivesse sido formada mais cedo, em Gibraltar, em 1728-1729.

6. A Cisão: Antigos e Modernos

O crescente sucesso e a política de expansão da primeira Grande Loja nem sempre foram bem recebidos por todos os maçons. A partir de cerca de 1721, a nova Grande Loja prosseguiu uma política de autopromoção e expansão que não foi aceite por muitos maçons tradicionais. Em 1751, foi formada uma Grande Loja rival, que assumiu o nome de Ancient Grand Lodge of England, também conhecida como Atholl Grand Lodge.

A primeira Grande Loja passou então a ser designada pelos seus opositores como “Moderns” (Modernos), para contrastar com os “Antients” (Antigos), que alegavam preservar os rituais e práticas mais antigos. Os Antigos acusavam os Modernos de terem alterado as palavras nas cerimónias e sinais de reconhecimento, de terem “descristianizado” e abreviado as cerimónias e de terem removido uma cerimónia de instalação esotérica para os mestres de loja.

Esta cisão perdurou por mais de seis décadas, com as duas Grandes Lojas a coexistirem e, por vezes, a competirem entre si, até que em 27 de dezembro de 1813 se consumou a união, dando origem à atual United Grand Lodge of England (UGLE).

7. Curiosidades e Debates Historiográficos

7.1. O Debate sobre a Data da Fundação

Embora a data de 24 de junho de 1717 seja aceite como a fundação oficial, nem todos os historiadores concordam com a precisão desta narrativa. Num simpósio realizado em 2018 na Freemasons’ Hall de Londres, sob o título “1717 & tudo aquilo”, o Professor Andrew Prescott, da Universidade de Glasgow, argumentou contra o consenso histórico. Prescott concentrou-se na fiabilidade das fontes históricas, notando que muitas referências que apoiam a história da origem de 1717 foram escritas na década de 1730 ou mais tarde, e são possivelmente pouco fiáveis ou mesmo inventadas.

Prescott argumentou que o registo escrito mais antigo sobre a fundação da Grande Loja é um anúncio que descreve a instalação do Duque de Montagu como Grão-Mestre em junho de 1721, quando outras lojas cederam os seus direitos autónomos para criar uma Grande Loja. Se isto ocorreu em junho de 1721, argumenta Prescott, logicamente a Grande Loja não poderia ter existido antes.

7.2. A Ausência de Cobertura Jornalística

Alguns têm questionado por que não houve relatos na imprensa do evento de 1717. Esta objeção, contudo, reflete uma visão anacrónica do passado. Em 1717, a Maçonaria era amplamente desconhecida. O final do século XVII e o início do século XVIII foram uma grande era de sociedades e clubes, muitos deles reunindo-se em tabernas e nos crescente número de cafés da moda. Se alguma atenção foi dada, a formação da Grande Loja terá sido vista como apenas mais uma sociedade ou clube da época. Como nenhuma figura de relevo social parece ter estado envolvida, não é surpreendente que o evento não tenha sido registado na imprensa primitiva de então. Foi apenas no início da década de 1720, quando Payne e Desaguliers começaram a atrair membros da nobreza e da Royal Society, que a imprensa começou a notar a Maçonaria, relatando as iniciações de homens proeminentes e as Grandes Festas anuais.

7.3. As Constituições de Anderson e a Imprensa Americana

As Constituições de Anderson de 1723 tiveram um destino notável no outro lado do Atlântico. O texto da edição de 1723 foi recomposto e publicado na Filadélfia pelo Venerável Irmão Benjamin Franklin em 1734. Esta edição americana omitiu apenas as partituras musicais de algumas canções, o frontispício gravado e o brasão de armas do Duque de Montagu, bem como o texto em hebraico que aparecia numa nota. Franklin, que viria a ser uma das figuras mais importantes da Revolução Americana, foi assim um dos primeiros divulgadores da codificação maçónica no Novo Mundo.

7.4. A Placa Azul da Cidade de Londres

A Cidade de Londres ergueu uma Placa Azul (Blue Plaque) nas proximidades do local onde se reuniu a Goose and Gridiron, em reconhecimento da importância histórica do evento. Esta placa, parte do esquema de placas comemorativas da capital britânica, serve como um testemunho visível do local onde nasceu a primeira Grande Loja do mundo.

7.5. As Lojas Fundadoras na Atualidade

Das quatro lojas que se reuniram naquele dia de junho de 1717, três continuam em atividade nos nossos dias. Apenas a Crown Ale House cessou as suas reuniões cerca de 1736. A mais antiga das quatro, a Lodge of Antiquity No. 2 (antiga Goose and Gridiron), reúne-se agora no Freemasons’ Hall em Londres e é a única das quatro lojas fundadoras que ainda subsiste.

8. Conclusão

A fundação da primeira Grande Loja da Inglaterra, a 24 de junho de 1717, representa um dos momentos mais significativos na história da Maçonaria mundial. Da modesta sala da Goose and Gridiron Ale-house emergiu uma estrutura de governo que transformaria uma fraternidade informal de lojas dispersas numa instituição organizada, codificada e em rápida expansão.

As figuras de Anthony Sayer, George Payne, John Theophilus Desaguliers e James Anderson — cada qual com o seu contributo distinto — foram fundamentais para este processo. Sayer, o primeiro Grão-Mestre, cuja vida conheceu vicissitudes; Payne, o funcionário público meticuloso que estabeleceu os regulamentos; Desaguliers, o cientista huguenote que ligou a Maçonaria às elites intelectuais e aristocráticas; e Anderson, o pastor que escreveu a história e codificou as leis da nova ordem.

Contudo, a importância deste evento transcende os seus protagonistas. A criação da primeira Grande Loja inaugurou um novo paradigma na organização maçónica, estabelecendo princípios de governação que perduram até hoje. A cisão subsequente entre Antigos e Modernos, longe de enfraquecer a instituição, testemunhou a sua vitalidade e a profundidade do compromisso dos maçons com as suas tradições.

Três séculos depois, a Grande Loja Unida da Inglaterra reivindica a sua descendência direta daquela assembleia fundadora, considerando-se a mais antiga Grande Loja Maçónica do mundo. E, num gesto de humildade que contrasta com a magnitude do que daí resultou, o historiador John Hamill, da UGLE, observa que “nos seus sonhos mais loucos, aqueles irmãos não poderiam ter imaginado o que a sua simples e pequena reunião daria à luz: uma fraternidade de Maçonaria espalhada por todo o mundo”.

Pesquisa e redação Ivair Ximenes Lopes

Fontes

ANDERSON, James. The New Book of Constitutions, 1738. (Citado por J. Filardo).

BERMAN, Ric. Schism: The Battle that Forged Freemasonry. Brighton: Sussex Academic Press, 2013.

CASTELLS, F. P. The Antients Grand Lodge. (Citado na Wikipedia).

CLARKE, I. R. “Grand Lodge of the Antients”. In: Ars Quatuor Coronatorum, vol. 79, 1966, pp. 270-273.

COIL, Henry W. “England, Grand Lodge of” and “Modern Grand Lodge”. In: Coil’s Masonic Encyclopedia, 1961.

DERMOTT, Laurence. Ahiman Rezon, 1756.

FILARDO, J. (trad.). “E tudo começou quando? Quatro historiadores perguntam se a primeira Grande Loja foi formada em 1717”. In: Bibliot3ca.

HAMILL, John. “The world’s first Grand Lodge – looking back to where it all started”. United Grand Lodge of England.

HOBBS, J. Walter. “Mr. Anthony Sayer, Gentleman”. In: Ars Quatuor Coronatorum, vol. 37, 1924, pp. 218-239.

KNOOP, Douglas; JONES, G. P. The Genesis of Freemasonry. Manchester University Press, 1947.

PAYNE, George. The General Regulations of the Free-Masons, 1720 (impresso 1722/1723).

PRESCOTT, Andrew. “A History of British Freemasonry 1425-2000”. (Palestra no simpósio “1717 & All That”, Londres, 2018).

SCHUCHARD, Marsha Keith. “Freemasonry in the Hanoverian Era”. In: The Oxford Handbook of Freemasonry, 2012.

SMITH, Steven. “Back to Basics”. In: Freemasonry Today, 14 de dezembro de 2011.

VIBERT, Lionel. “Introduction to Anderson Constitution of 1723”. (Citado pela UGLE).

“Premier Grand Lodge of England”. In: Wikipedia.

“United Grand Lodge of England”. In: Wikipedia.

“Antient Grand Lodge of England”. In: Wikipedia.

“Anthony Sayer”. In: Wikipedia.

“George Payne (Freemason)”. In: Wikipedia.

“St. John’s Day, Masonic feast”. In: Wikipedia.

“1734 Edition of Anderson’s Constitutions”. Grand Lodge of British Columbia and Yukon.

“Now on View: 300 Years of Anderson’s Constitutions”. Scottish Rite Masonic Museum & Library, 2023.

Notes and Queries – Series 9 – Volume 10. Wikisource.

“The Freemason’s Chronicle”, 29 de dezembro de 1883.

The Freemasons’ Quarterly Review, 31 de março de 1843.

Marcado:

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

Deixe uma resposta

A Maçonaria Regular

3
4
1
2

 

A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

MS Maçom


Nossas TAGs

Assine a Newsletter

Digite seu endereço de e-mail para assinar este blog e receber notificações de novas publicações por e-mail.

Junte-se a 73 outros assinantes

Desclpa! Você não pode copiar conteúdo desta página.

Descubra mais sobre MS MAÇOM

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading