William Ellery (1727–1820)
Ao longo dos meus estudos sobre a história dos Estados Unidos, sempre me fascinou como um grupo de colonos, de origens tão diversas, conseguiu forjar um consenso tão coeso em torno de um documento tão revolucionário.
Nove dos 56 signatários da Declaração de Independência Americana eram maçons confirmados: William Ellery, Benjamin Franklin, John Hancock, Joseph Hewes, William Hooper, Robert Treat Paine, Richard Stockton, George Walton e William Whipple. Embora alguns deles não tenham sido iniciados precisamente em 1776, a presença maçônica entre os fundadores é inegável e significativa. Ele foi um deles.
Em 1776, foi enviado ao Congresso Continental para substituir Samuel Ward, que havia falecido, e assinou a Declaração de Independência como representante de Rhode Island.
Serviu no Congresso até 1785, atuando em comitês de marinha e relações exteriores.
A resposta, descobri, não reside apenas nos textos de John Locke ou na eloquência de Thomas Jefferson, mas também em uma teia de laços que transcendia a política contingente: os laços da fraternidade maçônica. Nove dos 56 signatários da Declaração da Independência eram maçons confirmados.
Nove irmãos que, sob o compasso e o esquadro, haviam jurado princípios de tolerância, liberdade de consciência e aperfeiçoamento moral.
A seguir, apresento a biografia, a trajetória maçônica e as curiosidades de cada um desses homens que, com suas assinaturas, não apenas fundaram uma nação, mas também deram testemunho do poder transformador dos ideais iluministas.

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