Ao longo dos anos dedicados à pesquisa sobre os limites do conhecimentohumano, poucos problemas me provocaram uma sensação tão aguda de isolamento intelectual quanto o problema das outras mentes.
Diferentemente dos enigmas matemáticos ou paradoxos lógicos que costumam povoar os manuais de filosofia, esta questão toca a própria essência da experiência humana: como posso saber que você, que lê estas palavras, possui uma mente semelhante à minha?
Como posso ter certeza de que não estou sozinho no universo, cercado por autômatos que simulam consciência com perfeição desconcertante?
Ao mergulhar na investigação filosófica, fui confrontado com o abismo que se abre quando percebemos que só temos acesso direto à nossa própria mente – aos nossos pensamentos, dores e emoções.
Toda inferência sobre a existência de outras consciências é, em última análise, um salto de fé, uma aposta na analogia entre o nosso comportamento e o dos outros.
Esta questão, que à primeira vista parece quase absurda, revela-se, quando examinada, uma das mais profundas e inquietantes da filosofia, confrontando-nos com a possibilidade do solipsismo: a ideia de que apenas a minha própria mente existe, e que todo o resto – incluindo as pessoas que me rodeiam – pode ser uma mera ilusão.
Este artigo, fruto de uma pesquisa que atravessou os labirintos da epistemologiae dafilosofia da mente, convida o autor e o leitor a percorrerem conosco os meandros de uma questão que, embora secular, nunca perdeu a sua atualidade.
Pois, no fundo, o problema das outras mentes não é apenas um exercício acadêmico – é o espelho da nossa solidão fundamental, e, paradoxalmente, o fundamento de toda ética, de toda empatia e de toda tentativa de comunicação genuína.
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"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).