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Massacre de Porongos

Massacre de Porongos

Nas pesquisas que tenho realizado sobre a Revolução Farroupilha, sempre me impressionou como um conflito que começou como uma luta de estancieiros contra os impostos do Império terminou com um dos episódios mais sombrios da história brasileira: o Massacre de Porongos.

Não foi uma batalha no sentido tradicional, mas uma traição planeada, uma emboscada contra soldados que haviam lutado sob a promessa de liberdade.

Os Lanceiros Negros, que representavam quase metade das tropas republicanas, foram desarmados, traídos e massacrados para que a paz com o Império pudesse ser selada.

A sua memória, silenciada por décadas, é hoje um dos capítulos mais dolorosos — e mais necessários de serem lembrados — da história do Rio Grande do Sul.

Esta é mais uma parte da série de artigos que preparei em comemoração à Semana Farroupilha, dedicada a percorrer os episódios decisivos da Revolução.

A importância deste estudo reside na forma como Porongos ilumina as contradições internas do movimento farroupilha, revelando que a luta pela liberdade não se estendeu a todos os que nela combateram.

A investigação sobre as fontes históricas revela que, na noite de 14 de novembro de 1844, enquanto o general David Canabarro se ausentara do acampamento, as forças imperiais atacaram de surpresa, encontrando os lanceiros desarmados e indefesos.

Doutrinadores como Alfredo Varela, em História da Grande Revolução, e Moysés Vellinho documentaram o episódio, enquanto novas interpretações, como as de estudiosos da história afro-brasileira, destacam a responsabilidade de Canabarro na traição — um debate que permanece vivo até hoje.

Este artigo convida o autor e o leitor a refletirem sobre este capítulo que, mais do que uma derrota militar, foi uma ferida aberta na alma do Rio Grande do Sul.

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MM I-Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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