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Kublai Khan (1215 – 1294): O Conquistador que Unificou a China e Trouxe o Ocidente ao Oriente

Kublai Khan (1215 – 1294) O Conquistador que Unificou a China e Trouxe o Ocidente ao Oriente

Kublai Khan (1215 – 1294): O Conquistador que Unificou a China e Trouxe o Ocidente ao Oriente

Introdução 

Quando iniciei esta pesquisa sobre Kublai Khan, confesso que minha imagem do neto de Gengis Khan estava envolta em uma névoa de lendas e lugares-comuns: o imperador de Xanadu que recebeu Marco Polo e ordenou invasões fracassadas ao Japão. Mas ao mergulhar nas crônicas da época, deparei-me com uma figura infinitamente mais fascinante — um homem que não foi apenas um guerreiro mongol, mas um estadista visionário que compreendeu, como poucos em sua época, que conquistar um império era apenas metade do desafio; a outra metade era administrá-lo.

Kublai realizou o sonho inacabado de seu avô, unificou toda a China sob um único governo pela primeira vez em quatro séculos, fundou a dinastia Yuan, transformou Pequim em uma capital monumental, abriu suas portas ao Ocidente e governou um império que se estendia do Mar Cáspio à península coreana.

Sua história — a de um príncipe mongol que, mesmo cercado pela brutalidade das conquistas de seu avô, optou por governar com tolerância religiosa, reformas administrativas e incentivo ao comércio — é, a meu ver, uma das mais surpreendentes da história medieval.

Neste artigo, convido o leitor a conhecer a trajetória desse homem que foi, ao mesmo tempo, o quinto e último Grande Khan do Império Mongol e o primeiro imperador chinês de uma dinastia estrangeira, cujo legado, em muitos aspectos, ainda ecoa na China contemporânea.

Biografia

Origens e Nascimento: Um Herdeiro do Império Mongol

Kublai Khan — cujo nome em mongol é Хубилай хаан (Khubilai Khan) e em chinês 忽必烈 (Hūbìliè) — nasceu em 23 de setembro de 1215, em algum lugar da Mongólia, doze anos antes da morte de seu lendário avô, Gengis Khan. Era o segundo filho de Tolui (c. 1190 – 1232), o filho mais novo de Gengis, e de Sorghaghtani Beki, uma princesa cristã da Igreja Síria (nestoriana), cuja inteligência e habilidade política seriam decisivas na formação do caráter do jovem Kublai.

Desde a infância, Kublai foi treinado nas artes da guerra, como era costume entre os príncipes mongóis, mas sua mãe, uma mulher excepcionalmente culta para sua época, também lhe proporcionou uma educação mais ampla. Sorghaghtani, que mais tarde seria considerada pelos historiadores uma das figuras mais influentes da dinastia, assegurou que seus filhos recebessem instrução em diversas tradições — mongol, chinesa e até mesmo cristã.

Em 1251, seu irmão mais velhoMöngke, tornou-se o quarto Grande Khan do Império Mongol. Reconhecendo as habilidades de Kublai, Möngke lhe confiou a tarefa de conquistar e administrar o norte da China, então sob controle mongol, e de completar a subjugação da China dos Song — o grande sonho inacabado de Gengis Khan.

A Juventude e as Primeiras Campanhas

Como vice-rei do norte da China, Kublai demonstrou desde cedo uma qualidade que o distinguiria de outros príncipes mongóis: a capacidade de aprender com os vencidos. Rodeou-se de conselheiros chineses, especialmente intelectuais confucionistas como Liu Bingzhong e Yao Ji, que lhe ensinaram os princípios da administração chinesa e a importância da clemência para com os súditos conquistados.

A partir de 1253, Kublai participou pessoalmente das campanhas ao lado de Möngke. As forças mongóis moveram-se pelo Tibete e subjugaram o Reino de Dali (atual Yunnan) em 1257, abrindo uma rota de ataque pelo sul contra a dinastia Song. Foi nesse período que Kublai demonstrou suas excepcionais qualidades como general, conquistando uma vasta região que hoje corresponde ao sudoeste da China e ao atual Vietnã.

A Guerra Civil e a Ascensão ao Trono

Em 11 de agosto de 1259, a morte inesperada de Möngke por doença lançou o Império Mongol em uma crise de sucessão. As campanhas contra os Song foram abandonadas, e rapidamente emergiram dois candidatos ao título de Grande Khan: Kublai e seu irmão mais novo, Ariq Boke.

Ambos se autoproclamaram khan. Enquanto Kublai, aos 45 anos, optou por um gesto de enorme significado simbólico — consultou o Yi Jing, o antigo sistema divinatório chinês, para legitimar sua ascensão —, Ariq Boke contou com o apoio dos tradicionalistas mongóis das estepes. Em 1260, após uma breve mas intensa guerra civil, Kublai saiu vitorioso, consolidando seu domínio sobre a parte oriental do império, abrangendo China e Mongólia.

A Conquista da China e a Fundação da Dinastia Yuan

Com o trono seguro, Kublai voltou sua atenção para a grande meta: completar a conquista da China, que seu avô iniciara em 1211. O cerco à dinastia Song seria longo e árduo.

Em 1264, após derrotar definitivamente Ariq Boke, Kublai transferiu a capital do Império Mongol de Karakorum, na Mongólia, para Khanbalik (a “Cidade do Khan”), sobre as ruínas da antiga cidade de Zhongdu, nos arredores da atual Pequim. A cidade foi reconstruída e renomeada Dadu (“Grande Capital”), tornando-se o centro nevrálgico do império.

Em março de 1271, Kublai proclamou oficialmente a dinastia Yuan, adotando o nome chinês para sua linhagem. Yuan significa “origem” ou “princípio”, evocando a ideia de um novo começo. Em 19 de março de 1279, na batalha naval de Yashan (próxima à atual Macau), as forças de Kublai aniquilaram os remanescentes da dinastia Song, unificando toda a China pela primeira vez em quatro séculos.

Kublai tornou-se, assim, o primeiro não chinês a governar toda a China, realizando o sonho de seu avô e fundando um império que se estendia do Mar Cáspio à península coreana.

O Governo e as Reformas

Kublai Khan governou a China por mais de duas décadas após a unificação. Diferentemente de outros conquistadores mongóis que simplesmente saqueavam e partiam, ele compreendeu que, para durar, o domínio mongol precisava se adaptar à sofisticada civilização chinesa. Suas principais reformas incluíram:

  • Estrutura administrativa: Kublai estabeleceu o sistema de províncias (Xing Sheng), uma divisão territorial que, com modificações, perdura até hoje na China.

  • Sistema monetário: Foi o primeiro governante a instituir um sistema de papel-moeda de alcance nacional — uma inovação econômica que só seria adotada no Ocidente séculos depois.

  • Infraestrutura: Reparou e expandiu o Grande Canal, conectando o norte e o sul da China, e construiu uma vasta rede de estradas e sistemas de irrigação.

  • Agricultura e comércio: Promoveu o desenvolvimento agrícola e incentivou o comércio, inclusive com o Ocidente, concedendo altos status aos mercadores.

A Tolerância Religiosa e a Abertura ao Ocidente

Uma das marcas mais distintivas do governo de Kublai foi sua notável tolerância religiosa. Embora tenha se convertido ao budismo e feito dessa a religião oficial do Estado, ele recebeu em sua corte monges budistas tibetanos, sacerdotes taoístas chineses, ulemás muçulmanos e até missionários cristãos nestorianos e franciscanos.

Foi essa abertura que permitiu que Marco Polo, o mercador veneziano, chegasse à China em 1275. Kublai tomou grande apreço pelo jovem europeu, empregando-o como emissário especial por 17 anos, enviando-o em missões diplomáticas por todo o vasto império — do Ceilão à Pérsia. As descrições de Marco Polo sobre a riqueza e a magnificência da corte de Kublai Khan, registradas em As Viagens de Marco Polo, transformariam para sempre a visão europeia do Oriente.

Os Fracassos Militares e o Declínio

Apesar de suas conquistas em terra, Kublai nunca conseguiu dominar o mar. Suas duas tentativas de invasão do Japão (1274 e 1281) foram desastrosas. Na segunda tentativa, uma frota de 4.400 navios foi dizimada por um tufão — que os japoneses chamariam de kamikaze, o “vento divino” que salvou o país. Da mesma forma, campanhas contra o Vietnã, Myanmar e Java tiveram resultados mistos e custaram enormes somas ao tesouro imperial.

Para financiar essas guerras dispendiosas, Kublai aumentou os impostos, o que gerou inflação generalizada e descontentamento popular. Além disso, seu governo instituiu um rígido sistema de quatro castas — mongóis no topo, seguidos por estrangeiros muçulmanos, chineses do norte e, na base, chineses do sul — o que aprofundou as tensões sociais.

Morte e Mistério

Kublai Khan faleceu em 18 de fevereiro de 1294, em Dadu (Pequim), aos 78 ou 79 anos. Nos últimos anos, entregou-se a excessos de comida e bebida, que agravaram uma doença que o atormentava. Seu corpo foi sepultado em local mantido em segredo, segundo o costume mongol — e, como o de Gengis Khan, sua tumba jamais foi encontrada.

Com sua morte, o Império Mongol entrou em declínio irreversível. Em menos de um século, a dinastia Yuan seria derrubada pelos rebeldes chineses que fundariam a dinastia Ming. Kublai foi o último dos grandes governantes mongóis — e o último Grande Khan cuja autoridade era reconhecida (ainda que nominalmente) por todo o império fundado por seu avô.

Feitos e Conquistas

O legado de Kublai Khan é vasto e multifacetado:

  1. Completou a conquista da China iniciada por Gengis Khan em 1211, unificando todo o país sob um único governo pela primeira vez em quatro séculos.

  2. Fundou a dinastia Yuan (1271-1368), estabelecendo-se como seu primeiro imperador.

  3. Transferiu a capital para Dadu (atual Pequim), transformando a cidade em uma das maiores metrópoles do mundo medieval.

  4. Reunificou a China após séculos de fragmentação, estabelecendo as bases territoriais que, com variações, perduram até hoje.

  5. Instituiu o sistema provincial (Xing Sheng) , uma divisão administrativa que ainda influencia a organização territorial da China atual.

  6. Criou o primeiro sistema de papel-moeda de abrangência nacional — uma inovação econômica revolucionária.

  7. Restaurou e expandiu o Grande Canal, conectando economicamente o norte e o sul da China.

  8. Promoveu a tolerância religiosa, permitindo que budismo, taoísmo, islamismo e cristianismo florescessem sob seu governo.

  9. Abriu as portas da China ao Ocidente, recebendo viajantes e missionários europeus e estabelecendo rotas comerciais regulares ao longo da Rota da Seda.

  10. Expandiu o Império Mongol à sua maior extensão, fazendo-o estender-se do Mar Cáspio à península coreana.

Curiosidades

  1. O nome “Xanadu”: Kublai construiu uma cidade de verão chamada Shangdu (“Capital Superior”), que o poeta inglês Samuel Taylor Coleridge imortalizaria como “Xanadu” em seu poema visionário de 1797 Kubla Khan. O poema, escrito sob efeito de ópio, descreve um palácio de prazeres exóticos e inspirou gerações de artistas românticos.

  2. O camelo contra o elefante: Em uma das batalhas finais contra os Song, Kublai, sabendo que os inimigos usavam elefantes de guerra, atrelou corcéis e camelos cobertos de peles de leopardo sob as ordens de seus guerreiros, emitindo foguetes que queimavam as orelhas dos elefantes. Os animais, aterrorizados, atropelaram suas próprias tropas, garantindo a vitória a Kublai.

  3. O Grande Khan nominal: Embora Kublai tenha sido proclamado Grande Khan, sua autoridade sobre os canatos ocidentais — a Horda de Ouro na Rússia e o Ilcanato na Pérsia — foi meramente nominal durante todo o seu reinado. O Império Mongol unificado de Gengis jamais se reconstituiu sob seu governo.

  4. O imperador dos quatro escritórios: As capitais de Kublai eram quatro: no verão, estabelecia-se em Shangdu (Xanadu); no inverno, em Dadu (Pequim); e havia duas outras cidades sazonais. Na prática, Kublai era um administrador itinerante, governando de onde seus interesses militares o chamavam.

  5. A biblioteca de Kublai: Kublai convidou sábios de toda a Ásia para sua corte, incluindo matemáticos islâmicos que desenvolveram cartografia moderna e técnicos árabes para a fabricação de novas armas de cerco.

  6. A primeira impressão por tipos móveis: Durante a dinastia Yuan, um certo Wang Zhen aprimorou a técnica de impressão com tipos móveis de madeira, contribuindo para o florescimento cultural que Kublai incentivou. Alguns historiadores especulam que essa tecnologia teria chegado à Europa após contatos com viajantes como Marco Polo.

  7. A lenda da águia gerfalcon: Kublai mantinha uma grande coleção de águias de caça gerfalcon, das quais se dizia que cada ave valia mais do que um homem.

  8. Kublai e a feitiçaria: Quando seus exércitos falhavam repetidamente em conquistar o Vietnã, Kublai recorreu a feiticeiros e monges para lançarem maldições sobre os rios que barravam seu avanço. O insucesso das magias não o impediu de tentar, por dez vezes consecutivas, dominar aquela terra.

  9. A fundação de Pequim: Muitos historiadores consideram Kublai o verdadeiro fundador de Pequim como a conhecemos hoje. Dadu, sua capital, foi a primeira cidade a ocupar o local da Pequim moderna, sendo depois reconstruída e ampliada pelas dinastias Ming e Qing.

  10. Kublai e o budismo tibetano: Kublai converteu-se ao budismo tibetano (a tradição Vajrayana) e nomeou o monge Drogön Chögyal Phagpa como seu guru imperial. Phagpa desenvolveu um novo sistema de escrita, o “alfabeto Phagspa”, destinado a unificar as múltiplas línguas do império sob um único conjunto de caracteres — uma inovação que, embora de curta duração, reflete a visão universalista de Kublai.

Obras Inspiradas no Monarca

Kublai Khan não deixou obras escritas de sua autoria, mas sua vida e seu reinado inspiraram uma vasta produção cultural e literária ao longo dos séculos:

  • As Viagens de Marco Polo (c. 1300): O relato do mercador veneziano que serviu Kublai por 17 anos é a principal fonte ocidental sobre o imperador mongol. O livro, intitulado originalmente Il Milione, descreve em detalhes a magnificência da corte de Kublai, suas inovações administrativas e as maravilhas da China.

  • Kubla Khan (1797): O célebre poema do inglês Samuel Taylor Coleridge, escrito sob o efeito de ópio, imortalizou a imagem mítica de Xanadu na imaginação ocidental. O poço conhecida pela abertura: “In Xanadu did Kubla Khan / A stately pleasure-dome decree” (“Em Xanadu, mandou Kublai Khan / Erguer uma cúpula de prazer”).

  • Marco Polo (série de 1982): Minissérie de televisão estrelada por Ken Marshall como Marco Polo, com o ator inglês John Gielgud interpretando Kublai Khan. Recebeu dois prêmios Emmy.

  • Marco Polo (série Netflix, 2014-2016): Produção de duas temporadas estrelada pelo ator chinês Benedict Wong no papel de Kublai Khan. Embora com muitas liberdades dramáticas, a série trouxe a figura de Kublai a uma nova geração global.

  • The Journeyer (1984): Romance histórico de Gary Jennings, que reconta as viagens de Marco Polo em estilo épico, com vastas descrições da corte de Kublai.

  • Kublai Khan: Emperor of China (biografia de Morris Rossabi, 1988): A mais completa biografia acadêmica do imperador mongol em inglês, baseada em fontes chinesas, persas e europeias.

  • O Imperador de Xanadu: Romance histórico do escritor português José Rodrigues dos Santos, que tece uma narrativa ficcional em torno da figura de Kublai Khan e dos primeiros contatos entre o Oriente e o Ocidente.

  • Xanadu (musical de 1980): Adaptação musical livre do filme de 1947 Down to Earth, que incorpora a figura mítica de Kublai Khan e o cenário de Xanadu em uma história ambientada nos anos 1980.

  • Kublai Khan (ópera): O compositor chinês Tan Dun, conhecido pela trilha sonora de O Tigre e o Dragão, compôs uma ópera sobre Kublai Khan que funde tradições musicais chinesas e ocidentais.

Considerações Finais

Ao final desta pesquisa, fica evidente que Kublai Khan foi uma das figuras mais complexas e fascinantes da história medieval. Herdeiro do império forjado por Gengis Khan em sangue e fogo, Kublai poderia ter seguido o caminho da simples pilhagem — como fizeram tantos outros conquistadores mongóis antes dele. Mas ele escolheu um caminho diferente. Compreendeu que governar a China exigia mais do que força bruta; exigia um entendimento profundo de sua cultura, sua administração e seu povo.

Foi, portanto, um governante de contrastes. Guerreiro feroz quando necessário, mas também patrono das artes e das ciências. Monge budista devoto, mas acolhedor de cristãos, muçulmanos e taoístas em sua corte. Construtor de um império que abraçava desde as estepes da Ásia Central até as movimentadas cidades portuárias do sul da China, mas incapaz de domar o mar ou de assegurar a unidade duradoura de seu domínio.

Seu legado, no entanto, perdura. As bases da Pequim moderna foram lançadas por ele. O sistema provincial que dividiu a China em unidades administrativas encontra suas origens em suas reformas. E, sobretudo, sua abertura ao Ocidente, materializada na presença de Marco Polo em sua corte, antecipou em séculos o intercâmbio global que hoje damos como certo. Kublai Khan, o “Sábio Khan” (Setsen Khan) como os mongóis o chamavam, foi, em muitos aspectos, um homem à frente de seu tempo — um imperador que buscou construir pontes, não apenas muralhas, entre os mundos que ele tão ambiciosamente uniu.

Pesquisa e Redação Ivair Ximenes Lopes

Fontes de Pesquisa

Infopédia. “Kublai Khan”. Porto Editora. [pt.wikipedia.org]
World History Encyclopedia. “Kublai Khan”. Tradução de Rafael de Quadros. [www.worldhistory.org]
Opera Mundi. “Hoje na História: 1294 – Morre o imperador mongol Kublai Khan, neto de Genghis Khan” (18 de fevereiro de 2013). [operamundi.uol.com.br]
Wikipedia, la enciclopedia libre. “Kublai Kan”. [es.wikipedia.org]
Britannica. “Kublai Khan | Biography, Accomplishments, & Facts”. [www.britannica.com]
National Geographic España. “Kublai Kan, el emperador mongol que conquistó China”. [historia.nationalgeographic.com.es]
National Geographic France. “Kubilai Khan a réussi là où Genghis Khan avait échoué : conquérir la Chine”. [www.nationalgeographic.fr]
CCC Web (China). “Kublai Khan”. [en.cccweb.org]
Britannica (resumo). “Kublai Khan summary”. [www.britannica.com]
Folha de S.Paulo (arquivo). Referências às invasões do Japão. [www1.folha.uol.com.br]
Estadão (arquivo). “O mongol que reunificou a China” (24 de julho de 2008). [www.estadao.com.br]

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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