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Ordem da Milícia de Jesus Cristo: Os dominicanos que não usavam espadas, mas punham os nobres a cavalo

Ordem da Milícia de Jesus Cristo Os dominicanos que não usavam espadas mas punham os nobres a cavalo

Ordem da Milícia de Jesus Cristo: Os dominicanos que não usavam espadas, mas punham os nobres a cavalo

Quando me preparei para pesquisar a Milícia de Jesus Cristo, imaginei encontrar mais uma ordem de monges-guerreiros com castelos e batalhas.

Mas a verdade, quando a descobri, desmontou muitos dos meus pressupostos.

Esta ordem, fundada pelo dominicano Bartolomeu de Vicenza em 1233, em Parma, não usava armadura para combater os infiéis ou os hereges. Usava a palavra. Os seus membros, muitos deles casados, não faziam votos de pobreza nem de castidade.

Trajavam o hábito branco dos dominicanos e seguiam a sua regra, sem viver em comunidade.

A sua "milícia" era, acima de tudo, espiritual: a luta contra a heresia cátara e valdense travava-se pela pregação, não pela espada.

Era uma ordem militar sui generis, que confundia as fronteiras entre o secular e o religioso, e que desapareceu discretamente após 1261, absorvida por uma nova ordem de cavalaria.

É esta história singular, que revela a cara menos conhecida da Inquisição medieval, que exploramos a seguir.

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"Só podemos conhecer as maiores alegrias da Maçonaria quando verdadeiramente trilhamos os caminhos do serviço e do trabalho árduo nas pedreira. - George E. Burow"           

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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