Ao longo dos anos dedicados à pesquisa sobre as ordens militares que marcaram a Idade Média, poucas me provocaram uma admiração tão profunda quanto a dos Templários. ]A sua dualidade singular – monges devotos que faziam votos de pobreza, mas que se tornaram uma das instituições financeiras mais influentes e o exército particular mais temido da Europa – sempre me pareceu um paradoxo que pedia investigação.
Como é possível que um grupo de homens que se vestiam de branco e vermelho, que rezavam sete vezes ao dia, tenha acumulado riquezas que rivalizavam com as dos reis, e construído uma rede de fortalezas e comendas que se estendia da Terra Santa à Escócia?
Ao mergulhar na investigação sobre a Ordem do Templo, fui confrontado com uma história que mistura factos históricos concretos com lendas que perduram até hoje: a sua fundação em 1119 para proteger os peregrinos que iam a Jerusalém, o seu rápido crescimento e a sua transformação em banqueiros dos reis e do papado, a sua poderosa máquina de guerra que protegia os Estados Cruzados, e o seu trágico fim – com a prisão dos seus membros na sexta-feira, 13 de outubro de 1307, e a dissolução da Ordem sob a acusação de heresia.
A história dos Templários não é apenas um capítulo da história medieval; é um espelho das tensões entre a fé e o poder, entre a pobreza evangélica e a riqueza acumulada, entre a cruz e a espada.
Este artigo, fruto de uma pesquisa que percorreu as fontes primárias e a vasta bibliografia sobre a Ordem do Templo, convida o autor e o leitor a percorrerem connosco uma história fascinante que se estende por dois séculos e que, mesmo depois do seu fim, continua a alimentar o imaginário ocidental.
Compreender os Templários é compreender como uma ideia – a de defender a fé com as armas – pode gerar instituições que transcendem o seu tempo e que nos ensinam lições intemporais sobre a ambição, a lealdade e a fragilidade do poder humano.
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"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).