A longa jornada do Dia das Mães
Das antigas deusas-mães ao segundo domingo de maio
Não é possível fixar uma data de nascimento para o Dia das Mães. A ideia de consagrar um momento à figura materna é tão antiga quanto a própria capacidade humana de olhar para o céu e reconhecer na terra aquilo que se venera nas alturas. Muito antes dos cartões, das flores industrializadas e dos almoços de família, os povos antigos já dedicavam festivais inteiros a divindades femininas que personificavam a fertilidade, a proteção e a própria origem da vida.
O que hoje conhecemos como Dia das Mães é, na verdade, o resultado de uma longa sedimentação histórica — um palimpsesto onde se sobrepõem rituais pagãos, tradições cristãs, ativismo social e, inevitavelmente, a máquina do comércio moderno.
Este artigo percorre essa trajetória. Da adoração de Reia na Grécia Antiga à campanha incansável de Anna Jarvis nos Estados Unidos; do Mothering Sunday inglês do século XVI às celebrações únicas da Etiópia, da Tailândia e da Sérvia. O objetivo é oferecer uma pesquisa aprofundada, séria e coerente sobre as origens e as transformações de uma das datas mais queridas — e também mais controversas — do calendário ocidental.
1. As raízes antigas: quando as deusas eram mães
1.1. O culto a Reia e Cibele
A mais antiga linhagem do Dia das Mães remonta à Grécia Antiga. Os gregos realizavam festivais anuais na primavera em honra de Reia (Rhea) , a esposa de Cronos e mãe dos principais deuses do Olimpo — Zeus, Poseidon e Hades. Reia era cultuada como Meter Theon, a “Mãe dos Deuses”, e seu centro de culto situava-se em Creta, onde se acreditava que Zeus havia nascido no Monte Ida. Reia era a guardiã da fertilidade e da continuidade da vida, e suas celebrações incluíam oferendas, procissões e rituais de agradecimento pela colheita. Não se tratava, evidentemente, de um “Dia das Mães” no sentido moderno — não se homenageava a mãe biológica de cada indivíduo, mas sim o princípio materno que nutria e protegia o próprio cosmo.
Os romanos, ao assimilarem a mitologia grega, incorporaram essa tradição. Batizaram a deusa de Cibele (Cybele) , também conhecida como Magna Mater (“Grande Mãe”), e dedicaram‑lhe um festival chamado Hilaria. Celebrado por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo, o Hilaria ocorria no equinócio da primavera, entre 15 e 27 de março, e durava três dias. As festividades incluíam oferendas nos templos, desfiles, jogos e mascaradas — um prenúncio, em muitos aspectos, da alegria e da fartura que mais tarde associaríamos às celebrações familiares.
O Hilaria romano não era um dia de descanso para os cidadãos comuns; era um festival público e solene, centrado na figura da deusa-mãe que personificava a terra, a fertilidade e a proteção imperial. Ainda assim, ele estabeleceu um precedente fundamental: a ideia de que a maternidade, em sua dimensão cósmica, merecia um espaço litúrgico próprio.
1.2. Ísis e a antiga devoção egípcia
Paralelamente ao mundo greco-romano, o Antigo Egipto também desenvolveu cultos dedicados a uma figura materna venerada: a deusa Ísis. Adorada como a “Grande Mãe”, Ísis era esposa de Osíris e mãe de Hórus, sendo associada à magia, à cura, à fertilidade e à proteção da família. Seu culto era tão poderoso que atravessou as fronteiras do Egito e se espalhou por todo o Império Romano, rivalizando com as divindades oficiais. Embora não existisse um “Dia da Mãe” fixo no calendário egípcio, as homenagens a Ísis ocorriam em várias épocas do ano, com procissões que levavam a imagem da deusa de templo em templo, em meio a cânticos, danças e ofertas de flores e alimentos. Essa devoção à mãe divina ecoa, de forma surpreendente, nas atuais homenagens prestadas às mães terrenas.
2. O cristianismo e o Mothering Sunday inglês
2.1. Da Virgem Maria ao Domingo das Mães
Com a ascensão do cristianismo, os festivais pagãos não foram simplesmente extintos — foram, em grande medida, absorvidos e ressignificados. A devoção a Reia e a Cibele cedeu lugar ao culto à Virgem Maria, a mãe de Jesus. A Igreja Católica promoveu em toda a Europa a veneração de Maria como a Mater Dei (Mãe de Deus), e alguns dos antigos rituais primaveris foram deslocados para o calendário litúrgico cristão.
Foi nesse contexto que surgiu, em meados do século XVI, uma tradição peculiar na Inglaterra e na Irlanda: o Mothering Sunday (ou “Domingo das Mães”). Celebrado no quarto domingo da Quaresma (o chamado Laetare Sunday, um dia de alívio no período de jejum), o Mothering Sunday não era originalmente um dia para homenagear a mãe biológica. Tratava‑se, sim, de um dia em que os fiéis retornavam à sua “igreja-mãe” (mother church) — a catedral ou paróquia onde haviam sido batizados.
Os jovens aprendizes e serviçais que trabalhavam longe de casa ganhavam folga para visitar a família e, inevitavelmente, acabavam reunindo‑se também com suas mães. A tradição popular acrescentou o costume de colher flores silvestres ao longo do caminho para presentear a genitora ou para enfeitar o altar da igreja. Com o tempo, o aspecto eclesial foi sendo ofuscado pelo reencontro familiar, e o Mothering Sunday tornou‑se, na prática, uma celebração da maternidade. Hoje, no Reino Unido e na Irlanda, a data ainda é marcada no quarto domingo da Quaresma (em março ou no início de abril), mantendo viva essa herança medieval.
2.2. O revival do século XX
No início do século XX, o Mothering Sunday inglês havia perdido grande parte de sua força. Foi então que uma anglicana chamada Constance Adelaide Smith (1878‑1938), inspirada — e também um pouco alarmada — com o sucesso do Dia das Mães norte‑americano, decidiu resgatar a tradição britânica. Em 1913, começou a divulgar panfletos e a organizar a Mothering Sunday Movement, promovendo um dia que honrasse simultaneamente a Igreja‑mãe, a Virgem Maria, a “mãe natureza” e as mães terrenas.
Sua campanha fez renascer o costume do simnel cake (um bolo de frutas coberto com pasta de amêndoas) e incentivou a troca de cartões e pequenos presentes. Quando Constance faleceu, em 1938, o Mothering Sunday já era observado em quase todas as paróquias da Grã‑Bretanha. Esse fenômeno evidencia um movimento de contracultura: enquanto Anna Jarvis, nos Estados Unidos, tentava conter a comercialização da data, Constance Smith a revitalizava justamente por meio de símbolos comerciais — os bolos, os cartões, as flores.
3. A criação da data moderna: Anna Jarvis e o sonho (e o pesadelo) do Dia das Mães
3.1. Ann Reeves Jarvis e os clubes de trabalho das mães
A história do Dia das Mães moderno não pode ser contada sem mencionar Ann Reeves Jarvis (1832‑1905) , uma ativista social da Virgínia Ocidental que, já na década de 1850, organizava os Mothers’ Day Work Clubs. Esses clubes tinham um objetivo eminentemente prático: combater a altíssima mortalidade infantil na região, que vitimara nove dos treze filhos de Ann. As mães reuniam‑se para aprender técnicas de higiene e saneamento — como a obrigatoriedade de ferver a água antes do consumo —, recebiam medicamentos e, em casos de epidemia, organizavam quarentenas. Durante a Guerra Civil Americana (1861‑1865), Ann estendeu sua ação aos soldados de ambos os lados, cuidando de feridos unionistas e confederados com igual dedicação.
Após a guerra, em 1868, ela promoveu o Mothers’ Friendship Day, uma tentativa de reconciliação entre veteranos do Norte e do Sul. Ann nunca deixou de acreditar que o trabalho das mães — sua dedicação silenciosa à vida doméstica, à saúde pública e à formação dos filhos — merecia um reconhecimento público e solene. Foi esse desejo que ela transmitiu à sua filha.
3.2. Anna Jarvis e a primeira celebração
Anna Jarvis (1864‑1948) , a nona filha do casal, cresceu ouvindo a mãe dizer: “Espero que alguém, algum dia, encontre um memorial em homenagem ao serviço incomparável que as mães prestam à humanidade.” Quando Ann faleceu, em 9 de maio de 1905, Anna ficou arrasada. Três anos depois, em 10 de maio de 1908, ela realizou a primeira celebração pública do Dia das Mães na Igreja Metodista de Andrews, em Grafton (Virgínia Ocidental), onde sua mãe havia lecionado na escola dominical. No mesmo dia, uma segunda comemoração ocorreu em uma loja de departamentos Wanamaker, na Filadélfia, onde Anna residia.
A data escolhida não foi casual: Anna optou pelo segundo domingo de maio para coincidir com o aniversário da morte de sua mãe. A flor escolhida como símbolo foi o cravo branco, a flor favorita de Ann Reeves Jarvis. Anna queria que o dia fosse marcado por simplicidade, por gestos sinceros de amor filial e, sobretudo, pela presença da família reunida. O lema que ela cunhou era: “Para a melhor mãe que já viveu — a sua mãe”, no singular, porque a homenagem deveria ser pessoal e íntima, não genérica e comercial.
3.3. O reconhecimento oficial e a explosão comercial
A campanha de Anna Jarvis foi incansável. Ela escreveu cartas a políticos, líderes religiosos e empresários, angariou apoios e criou a Mother’s Day International Association (1912) para orientar a observância da data. Seu esforço foi recompensado em 1914, quando o presidente Woodrow Wilson assinou uma resolução conjunta do Congresso dos Estados Unidos declarando o segundo domingo de maio como Dia das Mães, feriado nacional.
A ironia é que o sucesso da data foi também sua ruína. As floriculturas, os carteiros, as lojas de presentes e as indústrias de doces perceberam rapidamente o potencial lucrativo da celebração. Em poucos anos, o Dia das Mães se transformou numa das datas de maior movimento comercial do ano, atrás apenas do Natal. Anna Jarvis ficou profundamente desiludida.
Ela via o cartão comprado em loja como “um pobre pedaço de papel” que substituía a carta manuscrita; considerava a compra de flores industrializadas um insulto à memória singela de sua mãe; e denunciava abertamente a “invasão comercial” da data que ela própria criara. Na década de 1920, Anna chegou a organizar boicotes, a processar empresas que usavam o nome “Mother’s Day” e a tentar, sem sucesso, obter a anulação do feriado perante o governo americano. Morreu em 1948, em um sanatório na Pensilvânia, amargurada e, para muitos, esquecida.
4. A expansão pelo mundo: datas, flores e tradições
A partir dos Estados Unidos, o Dia das Mães moderno se espalhou por dezenas de países, mas adaptou‑se a culturas e calendários muito diversos.
4.1. Brasil e Portugal: dois caminhos
No Brasil, a primeira comemoração do Dia das Mães ocorreu em 1918, por iniciativa da Associação Cristã de Moços de Porto Alegre. A data, porém, só foi oficializada em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas. Em 1947, o então arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara, determinou que o dia também integrasse o calendário oficial da Igreja Católica. Desde então, o Brasil mantém a data no segundo domingo de maio, em sintonia com os Estados Unidos, a Itália e o Japão — um testemunho da influência cultural americana no pós‑guerra.
Em Portugal, a tradição é mais antiga e, ao mesmo tempo, mais fluida. O país adotou a data no primeiro domingo de maio, por influência da Igreja Católica e do costume mais europeu. Contudo, muitas igrejas protestantes portuguesas — alinhadas com a tradição anglo‑saxónica — celebram o Dia da Mãe no segundo domingo de maio, gerando uma curiosa duplicidade.
4.2. Tailândia: a mãe da nação
A Tailândia oferece um dos exemplos mais originais de adaptação cultural. O Dia das Mães tailandês ( Wan Mae ) não é fixado pelo calendário comercial nem pela liturgia cristã. Ele ocorre em 12 de agosto, data do aniversário da Rainha Sirikit, a “Mãe da Nação”.
Nesse dia, as escolas fecham; as crianças se ajoelham diante de suas mães e oferecem jasmins brancos — flores que simbolizam a pureza, a constância e o amor eterno. Pela manhã, os tailandeses fazem oferendas aos monges budistas; à tarde, realizam cerimônias públicas de homenagem à rainha e à maternidade. A associação entre o amor filial e o amor à monarquia é explícita e ensinada desde a pré‑escola.
4.3. Etiópia: o banquete de três dias
Na Etiópia, o Dia das Mães não é um dia, mas três dias consecutivos. O festival chamado Antrosht ocorre no final da estação chuvosa, entre outubro e novembro, e é essencialmente um feriado agrícola e familiar. As filhas levam legumes, queijos e temperos; os filhos trazem carne de cordeiro ou de boi. Toda a família se reúne para cozinhar um grande banquete — um prato chamado hash —, enquanto dançam, cantam e celebram a matriarca da casa.
O Antrosht não se baseia em datas fixas, mas na chegada das boas colheitas e na retomada dos caminhos transitáveis após as chuvas. É uma celebração que mantém viva a conexão entre a maternidade e os ciclos da terra, ecoando, de forma pura, os antigos rituais primaveris da Grécia e de Roma.
4.4. Méx e Sérvia: serenatas e “resgate” de mães
No México, o Dia das Mães é celebrado invariavelmente em 10 de maio, independentemente do dia da semana. A tradição mais emblemática é a serenata matinal: filhos e filhas cantam a famosa canção Las Mañanitas sob a janela da mãe, muitas vezes acompanhados por mariachis contratados para a ocasião. Na Tailândia e no México, o florescimento das mães em público é um ato solene, quase litúrgico.
Na Sérvia, a brincadeira é inversa: na manhã da data (celebrada em dezembro), os filhos amarram simbolicamente os pés da mãe na cama. Para ser “libertada”, a mãe precisa oferecer doces e pequenos presentes às crianças — um ritual lúdico de resgate que transforma a data numa troca carinhosa de afeto e guloseimas.
4.5. Japão, Polônia e outros países
No Japão, o símbolo da data é o cravo vermelho — uma herança direta da campanha de Anna Jarvis. Inicialmente, os cravos brancos homenageavam as mães falecidas; hoje, o vermelho predomina como expressão de amor e gratidão pelos sacrifícios maternos. As crianças assumem as tarefas domésticas e cozinham para as mães, num gesto de alívio e reconhecimento.
Na Polônia, o Dia das Mães é celebrado em 26 de maio — uma data fixa, sem deslocamentos para domingos. As crianças confeccionam cartões artesanais chamados laurki, decorados com flores de papel e versos escritos à mão. Esse costume, que preserva o toque artesanal odiado pela comercialização, é uma das poucas tradições que Anna Jarvis provavelmente aprovaria.
5. Curiosidades e aspectos menos conhecidos
O papel de Julia Ward Howe. Antes de Anna Jarvis, a poeta e ativista Julia Ward Howe (autora do “Hino de Batalha da República”) já havia sugerido, em 1872, um Mother’s Day for Peace — um dia dedicado à paz, a ser celebrado em 2 de junho. Sua proposta não vingou, mas influenciou as primeiras mobilizações femininas nos Estados Unidos.
Anna Jarvis detestava os cartões. Ela lamentava que o dia se resumisse a “ir a uma loja, comprar um cartão e uma caixa de bombons” e dizia que a data deveria ser uma oportunidade de escrever à mãe com as próprias mãos.
O primeiro Dia das Mães na Inglaterra pós‑guerra. Durante a Segunda Guerra Mundial, os soldados americanos e canadenses estacionados no Reino Unido popularizaram a data americana, forçando um revival do antigo Mothering Sunday.
O cravo como símbolo original. Anna escolheu o cravo branco não apenas por ser a flor favorita de sua mãe, mas também porque, segundo ela, representava a pureza do amor materno. Com o tempo, o cravo vermelho passou a simbolizar as mães vivas, e o cravo branco, as falecidas.
Uma dúzia de tentativas de cancelamento. Anna Jarvis lutou pelo reconhecimento da data, mas, nos últimos quinze anos de vida, lutou igualmente para cancelá‑la. Chegou a pedir ao governo americano que revogasse o feriado, sem sucesso.
As variações de data. Mais de 40 países adotaram o segundo domingo de maio, mas a data varia amplamente: 26 de maio (Polônia), 8 de março (em vários países como tradição do Dia da Mulher), 12 de agosto (Tailândia), primeiro domingo de maio (Portugal, Espanha, Hungria) e até 15 de outubro (na Argentina).
Conclusão
O Dia das Mães não nasceu de uma inspiração súbita nem de um édito comercial. Ele é o ponto de encontro de três grandes vertentes: a vertente pagã, que via na deusa-mãe a própria ordem do universo; a vertente cristã, que transferiu essa devoção para a Virgem Maria e para o retorno à “igreja-mãe”; e a vertente moderna e civil, encarnada por Anna Jarvis, que transformou o amor por sua mãe num movimento social global.
A ironia — e a tragédia — da história é que a data que Anna criou para celebrar a simplicidade e a intimidade familiar se tornou um dos maiores fenômenos de consumo do planeta, e sua criadora morreu tentando combatê‑lo. O que permanece, para além dos números do faturamento e dos almoços planejados, é a consciência de que, em todos os tempos e culturas, a humanidade sentiu a necessidade de parar, olhar para trás e agradecer a quem deu a vida.
Nas homenagens a Reia, a Ísis, à Virgem Maria, a uma rainha tailandesa ou a uma mãe anônima numa igreja de Grafton, o que ecoa é o mesmo gesto primordial: o reconhecimento de que aquela que nos gerou merece, pelo menos um dia, que o mundo inteiro se curve em sua direção.
Autor e pesquisa Ivair Ximenes Lopes
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“Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
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