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A Fenícia e o Rei Hirão de Tiro: Estrutura, Reino e Relações

A Fenícia e o Rei Hirão de Tiro

Estrutura, Reino e Relações com Nações e Povos

Ao longo dos anos dedicados à pesquisa sobre as civilizações que moldaram o Antigo Oriente Próximo, poucos povos me provocaram uma admiração tão profunda quanto os fenícios.

Diferentemente dos grandes impérios militares que marcaram a região, eles não conquistaram territórios com exércitos, mas dominaram o Mediterrâneo com a sua habilidade como navegadores, comerciantes e artesãos – uma civilização que, embora tenha deixado poucos registros escritos próprios, foi imortalizada nos textos bíblicos, nos escritos de historiadores antigos e nos vestígios arqueológicos que atestam sua extraordinária influência.

No centro deste mundo, a cidade de Tiro emergiu como potência dominante sob a liderança de Hirão I, cujo reinado (aproximadamente 980-947 a.C.) coincidiu com a consolidação do reino unificado de Israel sob Davi e Salomão.

Foi surpreendente descobrir como a aliança estratégica entre Hirão e Salomão – que forneceu cedro do Líbano para a construção do Templo de Jerusalém – não foi apenas um acordo comercial, mas um verdadeiro intercâmbio cultural que marcaria profundamente a região, revelando como a cooperação entre povos pode gerar legados que transcendem as fronteiras do tempo.

Este artigo, fruto de uma investigação que percorreu as fontes bíblicas, os escritos de historiadores antigos e a arqueologia moderna, convida o autor e o leitor a redescobrirem a Fenícia e o reinado de Hirão como um capítulo essencial da história mediterrânica – onde o comércio, a arte e a diplomacia teceram uma rede de influência que, mesmo sem exércitos, moldou o mundo antigo e ainda ecoa nas rotas e nas cidades que herdaram o seu legado.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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