Francisco Murilo Pinto
Francisco Murilo Pinto nasceu em Fortaleza (CE) a 25 de novembro de 1929, filho de José Pinto Damasceno e de Edite Martins Pinto. Fez seus primeiros estudos no Colégio Cearense Marista. Iniciou seu Curso Colegial no Rio, concluindo-o em São Paulo.
Cursou a Faculdade de Direito da USP. Ingressou na magistratura do Estado de São Paulo no ano de 1963, por concurso de provas e títulos, assumindo o cargo de Juiz Substituto em Santos. Promovido para a Capital do Estado em 1968. Judicou em inúmeras Varas Distritais, sendo promovido a Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo em 1984. Professor de Direito Civil, lecionou por três anos na Faculdade de Direito da FMU, na capital paulistana, e por 19 anos na Faculdade de Direito da USF, em Bragança Paulista.
Maçônicamente, iniciou-se na Loja Universitária de Bragança Paulista, em 2 de dezembro de 1978, sendo exaltado Mestre em 11 de abril de 1980 e instalado na mesma Loja em 14 de abril de 1987. Em 1982, passou a representar a Loja Universitária na Poderosa Assembléia Legislativa do GOSP, onde foi 1° Vigilante e Presidente por três mandatos alternados. Foi Deputado Estadual por sua Loja até a data em que se desincompatibilizou para concorrer ao cargo de Grão-Mestre Estadual. Exerceu o Grão-Mestrado do GOSP na vacância do cargo, por morte do Irmão Ezio Donati.
Foi Presidente da Loja de Perfeição Amor da Pátria, e Presidente do Capítulo Rosa Cruz de Bragança Paulista. Foi elevado ao Grau 33, o último do REAA, no dia 25 de junho de 1994. Em eleição direta realizada em março de 1993, foi eleito Grão-Mestre Geral, com mandato de 24 de junho de 1993 a 24 de junho de 1998, sendo reeleito para um segundo mandato de 24 de junho de 1998 a 24 de junho de 2003.
Promoveu inúmeros Projetos maçônicos bem – sucedidos, entre os quais: Maçonaria Contra as Drogas, o Reconhecimento do GOB por Potências das Grandes Lojas Norte-Americanas e Sul-Americanas, além dos Tratados de Amizade entre o Grande Oriente do Brasil e as Grandes Lojas Estaduais brasileiras.
Faleceu em 21 de janeiro de 2001 e, tendo o seu Adjunto, Irmão Joferlino Miranda Pontes, falecido em 12 de junho de 2000, sem que fosse realizada eleição para o cargo, assumiu o Grão-Mestrado o Irmão Manoel Rodrigues de Castro que, em cumprimento ao que estabelece a Constituição do GOB, assinou Mensagem convocando eleição para o preenchimento dos cargos de Grão-Mestre Geral e de Grão-Mestre Geral Adjunto, pleito que foi realizado em 60 dias, sendo eleitos os Irmãos Laelso Rodrigues, para o cargo de Grão-Mestre, e Marcos José da Silva, para o de Grão-Mestre Adjunto.
FRANCISCO MURILO PINTO (1929 – 2001)
Francisco Murilo Pinto nasceu em 1929, em Fortaleza (CE), e fez toda a sua vida universitária e profissional em São Paulo.
Magistrado, desde 1963, aposentou-se no cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Foi iniciado a 2 de dezembro de 1978, na Loja “Universitária”, de Bragança Paulista (SP). Presidente da Poderosa Assembléia Estadual Legislativa, em três legislaturas, assumiu o Grão-Mestrado estadual de S. Paulo, quando do falecimento, a 31 de março de 1987, do Irmão Ezio Donati, já que o Grão-Mestre Adjunto, Irmão Décio Azevedo, encontrava-se licenciado, para poder concorrer ao Grão-Mestrado, naquele mesmo ano. Em 1991, foi candidato a Grão-Mestre do Grande Oriente de São Paulo, tendo, como candidato a Adjunto, o Irmão Romeu Bonini. Foi derrotado por pequena margem de votos, pelo Ir.: Rubens Barbosa de Mattos. Mas, dois anos depois, era eleito Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, tomando posse a 24 de junho daquele ano, como o 31º Grão-Mestre titular eleito e – contando os Adjuntos em exercício e os interinos – o 50º a ocupar o cargo. Graças ao seu trabalho à frente do Grande Oriente do Brasil, foi reeleito pelo povo maçônico, em 1998, vindo a falecer, a 21 de janeiro de 2001, em pleno exercício do mandato.
SOBRE O SEPULTAMENTO.
O corpo do Grão-Mestre Geral do GOB, Soberano Irmão Francisco Murilo Pinto, após velado no Palácio Maçônico do Grande Oriente do Brasil, em Brasília, foi sepultado as 17 horas do dia 22/jan./2001, no cemitério de Congonhas.
Os Familiares.
Conforme o Jornal o Estado de São Paulo de 22/jan.2001.
O Desembargador Irmão Francisco Murilo Pinto que contava com 75 anos, era casado, em segundas núpcias, com a Cunhada Jandira Paranhos Pinto e deixa os filhos Jaqueline, Francisco Marcelo, Murilo Augusto e Adriana.
Escrito por: Eduardo G. de Souza
Francisco Murilo Pinto De 6/1983 Até 11/1997 – Efetivo
De 6/1998 Até 1/2001 – Efetivo
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“Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau.
Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.











