Revolução de 1923: a guerra civil regional que encerrou a hegemonia política do castilhismo no Rio Grande do Sul
setembro 27, 2026
Revolução de 1923: a guerra civil regional que encerrou a hegemonia política do castilhismo no Rio Grande do Sul
Trinta anos depois da Revolução Federalista, o Rio Grande do Sul voltou a enfrentar uma guerra civil.
Em 1923, a disputa política entre o Partido Republicano Rio-Grandense, liderado por AntônioAugusto Borges de Medeiros, e uma ampla oposição reunida em torno de JoaquimFrancisco de Assis Brasil transformou-se em conflito armado.
A origem imediata da crise esteve na eleição estadual de 1922, na qual Borges de Medeiros buscava seu quinto mandato consecutivo. A oposição contestou o resultado, denunciou irregularidades e tentou obter uma solução institucional. Sem conseguir uma arbitragem aceita pelas partes e sem obter a intervenção federal que esperava, a oposição recorreu às armas. O movimento ficou conhecido como Revolução de 1923, Revolução Assisista ou Movimento Libertador.
De um lado estavam os governistas, chamados de chimangos ou pica-paus; de outro, os oposicionistas, identificados como maragatos ou libertadores. Diferentemente da grande guerra convencional de 1893–1895, predominou em 1923 uma guerra de movimento e guerrilha, espalhada pelo interior do Estado.
Depois de onze meses de combates, a intervenção mediadora do governo de Artur Bernardes conduziu ao Pacto de Pedras Altas, assinado em 14 de dezembro de 1923. O acordo preservou Borges de Medeiros no cargo até o fim do mandato, mas modificou regrasfundamentais do sistema político estadual e impediu sua nova reeleição.
Você leu uma introdução!
O acesso integral à este artigo e demais páginas do MSMAÇOM é reservado a membros devidamente identificados. Solicitamos que realize o login para proceder. Privacidade e discrição são pilares de nossa comunidade, e seu cumprimento é essencial!
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).