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Perit ut vivat (“morrer para renascer”)

Perit ut vivat (“morrer para renascer”)

Ao longo dos meus anos de estudo sobre os símbolos que atravessam a história do pensamento ocidental, poucos me provocaram uma reflexão tão profunda quanto o lema Perit ut vivat “morrer para renascer”.

Ele não é uma simples divisa; é a expressão condensada de uma intuição fundamental da alma humana: a de que nenhuma transformação autêntica acontece sem uma morte simbólica prévia, e que a vida, para se renovar, precisa atravessar o fogo da dissolução.

Neste artigo, resultado de uma pesquisa que percorre as fontes egípcias, gregas e cristãs do mito da Fênix, bem como a sua recepção no pensamento maçônico e na filosofia da reintegração, convido o leitor a explorar as origens, as interpretações e o significado profundo deste princípio.

Das descrições de Heródoto às alegorias alquímicas dos Rosa-Cruzes, da Bennu egípcia ao Tratado da Reintegração dos Seres de Martinez de Pasqually, Perit ut vivat revela-se como um convite à transformação interior — e a sua importância reside precisamente nisso: num mundo que teme a mudança e a finitude, ele nos lembra que renascer das cinzas não é uma utopia, mas uma possibilidade inscrita na própria estrutura do espírito.

O lema do Regime Escocês Retificado (RER), praticado pela Maçonaria Regular Universal, é expresso pela máxima latina Perit ut vivat – ou seja, "morrer para renascer".

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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