Quando iniciei a pesquisa sobre o conceito de cultura, confesso que o via como uma palavra tão vasta que acabava por perder qualquer contorno definido – uma espécie de termo guarda-chuva que abrigava tudo e, por isso, pouco dizia.
Foi essa percepção limitada que se desfez quando compreendi que a cultura não é um conceito entre outros, mas o próprio ar que respiramos, o ambiente simbólico no qual nos tornamos humanos – um fenômeno que, nas palavras de Clifford Geertz, citando Kluckhohn, pode ser definido como "o modo de vida global de um povo", "o legado social que o indivíduo adquire do seu grupo" e "uma forma de pensar, sentir e acreditar".
Ao mergulhar na investigação sobre as suas múltiplas dimensões, fui surpreendido pela profundidade de um conceito que atravessa a filosofia, a antropologia, a sociologia e a história, e que nos interpela em questões fundamentais: como transmitimos o que herdamos? Como expressamos a nossa identidade? Como lidamos com o encontro entre diferentes modos de vida?
Percebi que a cultura não é um ornamento da vida humana, mas a sua própria textura – e que compreendê-la é compreender as bases da nossa existência coletiva, das nossas escolhas éticas e das nossas visões de mundo.
Este artigo, fruto de uma pesquisa que percorreu as principais dimensões do conceito de cultura – da sua transmissão através da educação à sua expressão na identidade, das suas manifestações materiais e imateriais aos processos de aculturação e aos desafios do multiculturalismo –, convida o autor e o leitor a percorrerem connosco esse universo fascinante.
Pois, num mundo cada vez mais globalizado e, ao mesmo tempo, fragmentado, a compreensão do que nos une e do que nos distingue nunca foi tão urgente – e a leitura atenta deste tema, mais do que um exercício académico, é uma chave para navegarmos com consciência e respeito pelas águas profundas da condição humana.
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"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).