Nas pesquisas que tenho realizado sobre as ideias que moldaram a política moderna, poucas obras me provocaram uma inquietação tão aguda quanto o Leviatã de Thomas Hobbes.
Publicado em 1651, no fogo cruzado da Guerra Civil Inglesa, este tratado não é apenas filosofia; é o grito de um homem que testemunhou o colapso da ordem.
A sua tese — de que o homem é o lobo do homem e que a vida no estado de natureza é "solitária, pobre, sórdida, bruta e curta" — tornou-se uma das mais controversas e influentes da história do pensamento.
A sua importância reside na forma como funda o contratualismo moderno: para Hobbes, a paz só se garante pela submissão a um poder soberano absoluto, o Leviatã, monstro bíblico que simboliza o Estado.
Ao mergulhar nas fontes históricas, encontrei a tradução da Bíblia de Ginebra (1578) para o Livro de Jó (41:1), onde o Leviatã é descrito como o "rei dos filhos da soberba", imagem que Hobbes apropria para designar o poder terreno.
Doutrinadores como John Locke, no Segundo Tratado sobre o Governo Civil, e Jean-Jacques Rousseau, no Contrato Social, responderam a Hobbes propondo modelos alternativos de soberania. Carl Schmitt, no século XX, viu no Leviatã a matriz do decisionismo político.
Novas interpretações sugerem que Hobbes , mais do que um apologista do absolutismo, foi um realista que compreendeu a fragilidade da condição humana.
Neste artigo, convido o leitor a mergulhar nas profundezas do Leviatã, onde cada indivíduo, por mais egoísta que seja, encontra na submissão ao soberano a única garantia de sobrevivência. Que a leitura ilumine essa reflexão.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).