Étienne Morin
Ao longo dos meus estudos sobre a história da Maçonaria, poucas figuras me despertaram tanta curiosidade quanto Étienne Morin.
Ele não foi um rei, nem um filósofo de renome, nem um general vitorioso. Foi, antes de tudo, um comerciante — um homem que, entre uma viagem e outra pelo Atlântico, teceu uma rede de contatos e conhecimentos que viria a moldar um dos ritos maçônicos mais praticados do mundo.
A sua vida, envolta em mistérios e lacunas históricas, é um convite a refletir sobre como um homem comum, com uma missão extraordinária, pode mudar o curso da história.
Foi ele quem, com uma patente nas mãos e uma visão no espírito, transportou os Altos Graus da Maçonaria para o Novo Mundo, plantando a semente que germinaria no Rito Escocês Antigo e Aceito.
Neste artigo, convido o leitor a conhecer a trajetória, a obra e as curiosidades desse comerciante francês que se tornou um dos mais influentes arquitetos da Maçonaria moderna.

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