Filipe de Milly: O Barão de Nablus que Negociou Todo o Seu Reinado
janeiro 15, 2008
Filipe de Milly: O Barão de Nablus que Negociou Todo o Seu Reinado
Quando percorremos a galeria dos grão‑mestres templários, é fácil sermos seduzidos pela figura do guerreiro impetuoso que morre em combate empunhando a espada. Bernardo de Tremelay, o quartogrão‑mestre, deu esse exemplo. O seu sucessor, André de Montbard, foi o último dos fundadores, umvelho cansado que aceitou o cargo apenas para impedir interferências reais. Bertrando de Blanchefort, o sexto grão‑mestre, foi um reformador silencioso que preferiu a pena à espada. Mas o sétimo grão‑mestre, Filipe de Milly — também conhecido como Filipe de Nablus — não se encaixa em nenhuma dessas categorias. Ele não foi umgrande comandante militar, nem um legislador, nem um mártir. Ele foi, acima de tudo, um diplomata e um administrador. Um barão que, ao longo de meio século de serviço ao Reino Latino de Jerusalém, trocou terras, recusou heranças, casou filhas estrategicamente e, somente quando já não tinha mais nada a perder, trocou o título de senhor pelo hábito branco dos Templários. Governou a Ordem por apenas doisanos — o suficiente para demonstrar que a força dos Templários não residia apenas nas suas espadas, mas sobretudo na sua capacidade de se integrar na intrincada teia política do Oriente Latino. Neste artigo, procuro reconstituir a vida e o legado desse homem que, mais do que qualquer outro, ensinou aos Templários que a diplomacia podia ser tão decisiva quanto a cavalaria.
Você leu uma introdução!
O acesso integral à este artigo e demais páginas do MSMAÇOM é reservado a membros devidamente identificados. Solicitamos que realize o login para proceder. Privacidade e discrição são pilares de nossa comunidade, e seu cumprimento é essencial!
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).