Nas pesquisas que tenho realizado sobre os pilares do pensamento político contemporâneo, poucos filósofos me provocaram uma reflexão tão profunda quanto Jürgen Habermas (1929–2026). Herdeiro da Teoria Crítica da Escola de Frankfurt, onde foi assistente de Theodor Adorno,Habermas dedicou a vida a repensar as possibilidades da razão e da emancipação nas sociedades complexas.
Diferentemente do pessimismo de Adorno eHorkheimer, que viam a razão instrumental como caminho inevitável para a dominação, ele apostou na recuperação do potencial emancipatório da razão por meio da linguagem e do diálogo .
A sua importância reside na forma como articula a Teoria da Ação Comunicativa — onde a linguagem é o meio de entendimento que possibilita a coordenação social —, a Ética do Discurso, que fundamenta normas morais no consenso obtido em condições ideais de fala, e a Democracia Deliberativa, que sintetiza liberalismo e republicanismo ao propor que as decisões políticas sejam justificadas publicamente.
Ao mergulhar nas fontes históricas, encontrei a influência de Kant, cuja razão prática Habermas retoma contra o ceticismo moral, e de Mead e Durkheim, na constituição da intersubjetividade . Doutrinadores como Stefan Müller-Doohm, seu biógrafo, e Thomas McCarthy, seu tradutor, documentaram a evolução do seu pensamento, desde a Mudança Estrutural da Esfera Pública (1962) até Entre Factos e Normas (1992).
Novas interpretações, como as de Simon Susen, destacam que a democracia habermasiana é inseparável da sua teoria da linguagem, e que a deliberação, a reciprocidade e a autodeterminação são os seus elementos centrais.
Este ensaio convida o autor e o leitor a explorarem esta obra que nos ensina que a razão comunicativa, ainda que frágil, é a única capaz de fundamentar normas num mundo marcado pela pluralidade de visões.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).