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O Aprendiz Maçom 18 – Homem Perfeito

escola de aprendiz

O Aprendiz Maçom 18 – Homem Perfeito CAPÍTULO 18

Livro do Aprendiz Maçom – Oswald Wirth
Autor da pesquisa e análise: Ivair Ximenes Lopes

1. Tema central do capítulo

O Capítulo 18 trata do dever do Aprendiz de se aperfeiçoar continuamente, tendo sempre diante de si o ideal do Homem Perfeito.

O objetivo da iniciação não é transformar o homem de forma imediata, mas despertar nele uma aspiração permanente de melhoria.

Wirth demonstra que a Maçonaria é uma escola moral e espiritual cujo lema é:

Progredir sempre.

2. A Ideia de Perfeição

A perfeição simbólica não significa ausência de defeitos.
Significa orientação para o melhor.

Ninguém nasce perfeito,
mas todos podem aperfeiçoar-se.

A perfeição é:

  • meta reguladora,

  • ideal norteador,

  • ponto de orientação.

O iniciado trabalha com paciência:

  • corrigindo vícios,

  • elevando virtudes,

  • iluminando a consciência.

3. O Trabalho Constante

O capítulo insiste:

a iniciação é apenas o começo.

O Aprendiz não pode acreditar que já alcançou algo definitivo.
Pelo contrário:

  • o dever está sempre pela frente,

  • a obra nunca termina.

O templo interior é construção de toda uma vida.

Cada dia é oportunidade de:

  • aprender,

  • corrigir,

  • servir.

A perfeição é fruto de trabalho constante.

4. Combate Interior

O capítulo revela que a perfeição exige combate:

  • contra a preguiça,

  • contra o egoísmo,

  • contra a vaidade,

  • contra o desânimo.

O maior inimigo do iniciado não está fora,
mas dentro.

A luta espiritual é discreta,
sem ostentação.

O verdadeiro heroísmo é moral.

5. Disciplina e Ordem

O trabalho de aperfeiçoamento exige disciplina.

A ordem exterior do templo ensina a ordem interior:

O Aprendiz aprende que nada se constrói no caos.

A alma deve ser arquitetada com:

6. A Fraternidade como Laboratório Moral

O capítulo mostra que o ambiente da Loja é escola de virtude.

Conviver com irmãos exige:

  • tolerância,

  • respeito,

  • gentileza,

  • capacidade de ouvir.

A fraternidade é prova real do progresso.

Não há aprendizagem sem convivência.
O caráter se polirá no atrito.

7. O Perigo da Satisfação

Wirth adverte contra o perigo:

a maior tentação é acreditar-se já perfeito.

A vaidade espiritual bloqueia a ascensão.

Quem se contenta com o que já é,
abandona o caminho.

A humildade é condição da perfeição.

O verdadeiro iniciado diz:

  • posso ser mais justo,

  • posso ser mais prudente,

  • posso ser mais fraterno.

8. Modelo do Mestre

O capítulo apresenta o Mestre como ideal humano.

Não no sentido de autoridade exterior,
mas como modelo de:

O Mestre representa a forma humana aperfeiçoada.

O Aprendiz trabalha para tornar-se digno do nome que um dia receberá.

Mas não deve precipitar-se:

  • o progresso é lento,

  •  conquista é gradual.

9. A Luz se Expande com a Ação

A perfeição não é contemplação passiva.

A luz cresce na ação.

Wirth insiste:

As virtudes se fortalecem pelo uso.

10. Conclusão do Capítulo

O Capítulo 18 conclui que o ideal do Homem Perfeito é:

  • guia,

  • estímulo,

  • modelo.

O iniciado nunca se dá por satisfeito.
Ele sabe que a perfeição é meta infinita.

A cada pedra polida, sempre há outra.
A cada virtude adquirida, outra pode ser cultivada.

O importante não é chegar,
mas caminhar na direção da luz.

11. Referência

WIRTH, Oswald. O Aprendiz Maçom.
Pesquisa, análise e redação: Ivair Ximenes Lopes

Marcado:

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

MS Maçom


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