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O Aprendiz Maçom 15 – Volume da Lei Sagrada

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O Aprendiz Maçom 15 – Volume da Lei Sagrada– CAPÍTULO 15

Livro do Aprendiz Maçom – Oswald Wirth
Autor da pesquisa e análise: Ivair Ximenes Lopes

1. Tema central do capítulo

O Capítulo 15 trata do Volume da Lei Sagrada, que ocupa lugar de honra no templo e é uma das Grandes Luzes da Maçonaria.

O livro não é símbolo religioso exclusivo, mas representa:

  • a revelação moral,

  • a ordem superior,

  • a verdade que ilumina a consciência.

O Volume da Lei Sagrada ensina que a iniciação não é apenas intelectual:
ela tem fundamento ético e transcendental.

2. Sentido Iniciático

O livro colocado sobre o altar simboliza a fonte universal da verdade.

Wirth explica que a Maçonaria não exige adesão a dogmas.
O que ela exige é:

  • respeito à moral,

  • busca da verdade,

  • reconhecimento de um princípio superior.

O livro é sinal de que o homem não é medida absoluta.

Há uma Lei maior que a vontade humana.

3. A Lei Moral

O Volume da Lei Sagrada representa a Lei moral inscrita no coração humano.

Essa lei é:

  • universal,

  • eterna,

  • acessível à razão e ao sentimento.

Ela ensina o que o iniciado deve praticar:

A iniciação não dispensa moralidade.
Ela a exige.

4. Diversidade de Tradições

O livro sobre o altar pode, conforme a tradição:

  • ser a Bíblia,

  • o Evangelho,

  • o Alcorão,

  • a Torá,

  • ou outro texto reconhecido como sagrado.

A Maçonaria não impõe religião.

Ela reconhece que há verdade moral em diversas tradições espirituais.

A unidade não está na letra,
mas no espírito.

5. O Altar e o Juramento

O iniciado presta juramento diante do Volume da Lei Sagrada.

Esse juramento não é formalidade.
Ele cria compromisso moral.

A palavra empenhada deve ser honrada:

O juramento não é submissão cega:
é afirmação livre de responsabilidade.

O homem assume dever perante a Lei moral.

6. Verdade e Liberdade

O capítulo insiste que a verdade não se impõe pela força.

Ela se oferece à inteligência e ao coração.

O Volume da Lei Sagrada simboliza que:

  • a razão se apoia no sentido moral,

  • a liberdade tem limites éticos,

  • a consciência é tribunal interior.

A verdadeira liberdade é agir conforme a verdade.

7. O Livro Aberto

O livro está aberto.

Isso significa:

  • a verdade é acessível,

  • a leitura é convite,

  • o estudo é dever.

O iniciado deve meditar.

A sabedoria não desce pronta:
ela é fruto de busca.

O livro aberto é convite permanente ao conhecimento.

8. Respeito ao Sagrado

O Volume da Lei Sagrada é objeto de respeito.

Não porque seja fetiche,
mas porque representa o sentido do sagrado.

Todo templo tem um centro.
Na Maçonaria, esse centro é moral.

Quem desrespeita a Lei Sagrada profana o templo.

O respeito é dever interior, não mera formalidade.

9. Verdade Simbólica

O capítulo esclarece que o livro contém verdade simbólica.

Não é necessário ler literalmente.

O símbolo fala:

  • à razão,

  • ao coração,

  • à consciência.

O livro ensina que a vida tem sentido
e que o homem é chamado a viver de acordo com esse sentido.

10. Conclusão do Capítulo

O Capítulo 15 conclui que o Volume da Lei Sagrada é:

  • fonte de moral,

  • luz de verdade,

  • centro do templo.

Ele não impõe dogmas,
mas afirma princípios eternos.

O Aprendiz compreende que:

  • viver com retidão,

  • ser sincero,

  • honrar compromissos,

é parte essencial da iniciação.

A Lei moral é fundamento do templo interior.
Sem ela, não há Maçonaria.

11. Referência

WIRTH, Oswald. O Aprendiz Maçom.
Pesquisa, análise e redação: Ivair Ximenes Lopes

Marcado:

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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