Principais Acontecimentos histórico, Cultural de Mato Grosso e de Cuiabá.
A chegada de Pires de Campos (1718), na localidade de São Gonçalo Velho (hoje São Gonçalo Beira Rio), local onde deságuam as águas do Rio Coxipó-Mirim, (O coxipó da Ponte – para os cuiabanos) sendo sua monção rechaçada pelas flechas dos índios coxiponés, que fizeram-no recuar.
Na abordagem desta temática, algumas pontuações devem acompanhar o desenvolvimento e entendimento do processo histórico.
Sempre digo e tenho o entendimento que, o não sucesso da maioria das capitanias hereditárias, instaladas no Brasil, pós- descobrimento propiciou e alavancou a marcha para o interior brasileiro. Pois, a falta de mão de obra para trabalharem na lavoura da monocultura no Brasil colonial, principalmente a cana de açúcar, obrigou essa marcha para o interior, na busca da captura de índios a fim de atender as necessidades das lavouras.
A chegada de Pires de Campos (1718), na localidade de São Gonçalo Velho (hoje São Gonçalo Beira Rio), local onde deságuam as águas do Rio Coxipó-Mirim, (O coxipó da Ponte – para os cuiabanos) sendo sua monção rechaçada pelas flechas dos índios coxiponés, que fizeram-no recuar.
A chegada ainda da monção do sorocabano Pascoal Moreira Cabral Leme (1719), na mesma localidade, porém sem mais encontrar os índios, subiu o Coxipó-Mirim, até onde este Rio se Bifurcava, acidente geográfico que propiciou a escolha histórica do nome do pequeno Arraial que ali se formou na cata do ouro. “Arraial da Forquilha” (1721) onde se levantou e foi celebrada a 1ª missa a 21 de fevereiro, pelo padre Jerônimo Botelho.
Em 1720 houve uma corrida em busca do ouro, através de várias expedições partindo de São Paulo. O caminho era os das águas, ou seja través dos rios. Neste ano tomava posse para governar a Capitania de São Paulo o Capitão-General Rodrigo César de Menezes, sendo que, o mesmo também jurisdicionava as Capitanias de Goiás e Mato Grosso.
Acontecendo ali no pequeno povoado, a miscigenação das raças: português, negros escravos, e índios, base genética do nosso DNA, o que antropologicamente explica a nossa formação enquanto Povo, desta mamelucagem constatada.
Podemos então marchar no tempo com uma cronologia histórica dos principais acontecimentos em Mato Grosso.
Em 1719 chega a monção de Pires de Campos, em São Gonçalo Velho (Hoje São Gonçalo Beira Rio), sendo rechaçado pelas flechas dos índios coxiponés. Logo em seguida seguindo a mesma trilha chega a monção de Pascoal Moreira Cabral, em São Gonçalo Velho. Os índios por nômades serem já haviam se evadido. Pascoal Moreira Cabral sobe o Rio Coxipó-Mirim, até na altura onde o mesmo bifurcava, formando a figura de uma “Forquilha”, motivo pelo qual o 1º povoado de Mato Grosso, recebe o nome de “Arraial da Forquilha” (hoje Coxipó do Ouro).
Por ser este trabalho composto não somente da secura do tratado histórico, porem, bordado de ação poética, elaborei o seguinte poema –musicado neste 290 anos de Cuiabá:
“Ouvi o tiro do bacamarte, invadindo a terra do coxiponé,
Religioso de história e arte,
Povo puro guerreiro cheio de fé
Pelo caminho das águas chegaram
A fim de índios prear
O São Gonçalo Velho avistaram
Chuva de flechas a lutar!
Quem chegou primeiro, quem chegou primeiro?
Pires de Campos ou Moreira Cabral.
Fundando na “Forquilha o Arraial”
Deste Povo fenomenal!
A história continua, a luta também,
A esperança por bandeira
Liberdade que nela contém.
É um orgulho cuiabano ser,
Coxiponé, até morrer.
Ter um céu azul anil
Bela extensão do nosso Brasil!
290 anos de lutas e glórias
Do Mato Grosso belo esplendoroso
Continente palco de vitórias!
Onde moram meus amores,
Bairros queridos da nossa Cuiabá,
Do Coxipó à rua das Flores!
(Moisés Martins)
Em 1722, por ordem do Capitão-General a 06 de janeiro, houve a formação de um grupo destinado a abrir um caminho via terrestre para as minas do Cuiabá. Ainda neste ano por conta própria, o Capitão-mor Jacinto Barbosa Lopes construiu a Igreja da Matriz dedicada ao Senhor Bom Jesus.
Outro fato que reforça a história de Cuiabá foi a vinda do também sorocabano, agricultor e descobridor da maior mancha de ouro por estas bandas. Miguel Sutil e suas “Lavras do Sutil” (1722), propiciando o aparecimento de um novo núcleo populacional o “Arraial do Bom Jesus do Cuiabá”, provocado também pela escassez do ouro no “Arraial da Forquilha”.
Em 26 de junho de 1723, o capitão-general de São Paulo deu ao mestre de campo João Leme da sila um regimento para o governo das Minas de Cuiabá.
Em 1725, partindo de São Paulo, uma expedição com mais de 600 pessoas foi destroçada na boca do Chanés, junto ao Rio Paraguai, escapando da chacina imposta pelos índios Paiaguás apenas um negro e um branco. Dá-nos conta o historiador.
Em 1726 a 15 de novembro chega ao “Arraial do Bom Jesus do Cuiabá”, o Capitão-General Rodrigo César de Menezes, com ele vieram o Dr. Antônio Alvares Lanhas Peixoto, ouvidor de Paranaguá, e o Padre Lourenço de Toledo Taques nomeado para o emprego de visitador, Vigário da Vara e Pároco da freguesia, provido pelo Bispo do Rio de Janeiro.
Em 1º de janeiro de 1727 foi celebrado o ato de criação da “Villa Real do Senhor Bom Jesus do Cuiabá”. Sendo a seguinte concepção do seu Brasão D`Armas: “ Deu-se-lhe por armas um escudo dentro com campo verde e um morro ou monte no meio, tudo salpicado com folhetas e granetas de ouro, e por timbre encima do escudo, uma Fênix”.
Em 1728, como nos informa nos seus escritos “Anais de Cuiabá”, havendo-se remetido para São Paulo e dali para Lisboa sete arrobas de ouro, produto dos quintos, os quatro cunhetes em que ia esta porção, acharam-se, quando se abriram em Lisboa, cheios de chumbo em grão. Pelo relato se vê que, a corrupção e o roubo do erário público são coisas antigas! Também, neste ano houve a primeira execução, nestas minas de um escravo condenado à forca por matar seu patrão. Neste ano notifica o historiador o declínio notório das minas de Cuiabá.
Em 1729, por mandado do então chamado “Senado da Câmara” e principais pessoas da vila foi uma expedição buscara a imagem do Senhor Bom Jesus , que se achava em Campuã. Diz-se que esta imagem de madeira, feita em Sorocaba, fora parar na ilha de Manoel Homem, no rio Paraná e que resistira pelo seu peso aos esforços dos que pretenderam voltar com ela para São Paulo, deixando-se, entretanto, facilmente transportar com destino a Cuiabá (fonte –Anais do Senado da Câmara de Cuiabá).
Em 1730, chega a Cuiabá uma monção trazendo o ouvidor Dr. José Burgos Vila Lobos.
Em 1731, em virtude da Régia Provisão de 15 de dezembro de 1728, ratificada pela carta do capitão-general dirigida ao Senado da Câmara de Cuiabá, datada de 26 de julho de 1730, foi decidida na junta de Santos que se fizesse guerra aos gentios guaicurus. Por ordem de Sua Majestade ficou proibida a investida e retirada dos parecis das suas terras. O Brigadeiro Antônio de Almeida Lara comandou a investida com 400 homens e duas artilharias. Dizimando os guaicurus, convidou alguns deles prometendo fazer amizade, entretanto, tendo feito prisioneiros, mandou cortar as mãos e as orelhas, dizendo-lhes que fossem mostrar aos seus caciques, e aos Paiaguás seus amigos.
Em 1732, segundo os Anais do Senado da Câmara de Cuiabá, devido a decadência da exploração do ouro, começou a penetração para o interior de Mato Grosso, por parte dos bandeirantes, na cata do valioso metal, encontrando imensas matas as margens dos Rios Jauru e Guaporé, atribuindo os historiadores, a grandeza das matas o nome à Região MATO GROSSO.
Em 1733, a expedição chefiada por José Cardoso Pimentel, com cerca de 150 pessoas, foi destroçada pelos índios Paiaguás.
Em 1734, chefiada pelos coronéis Felipe de Campos Bicudo, Antônio Antunes Maciel e Antônio Pires de Campos, saiu uma expedição a 1º de agosto com 842 homens, encontrando os índios no Rio Paraguai, matando cerca de 60 índios e aprisionando mais de 200 prisioneiros.
Em 1735, chega com a monção vinda de São Paulo o Dr. Ouvidor João Gonçalves Pereira, tomando posse em 29 de dezembro.
Em 1736, uma expedição promovida pelo ouvidor e pela Câmara de Cuiabá, empreendeu a abertura de um caminho por terras de Goiás sob o comando de Antônio Pinho de Azevedo.
Em 1737 foi reconhecido o Rio Guaporé, viajando-se pelo Sararé, que nele faz barra. Neste mesmo ano voltou a expedição que fora abrir caminho para Goiás.
Em 1738 chegou de São Paulo uma grande monção e com ela veio o intendente e Provedor Dr. Manuel Rodrigues Torres, que exorbitou na sua função de arrecadador de impostos da fazenda Real, nas Minas de Mato Grosso.
Em 1739, devido denuncias contra o Intendente Manuel Rodrigues Torres, pois nas contas por ele apresentadas deu-se falta de meia arroba de ouro, entretanto o ouvidor prendeu o Intendente e descumpriu a ordem do capitão-general Luís de Assis Mascarenhas. Neste mesmo ano foi descoberto o Rio Alegre, que entra na margem esquerda do Rio Gauporé, um pouco acima da atual Vila Bela da Santíssima Trindade, que recebe o apelido de Pouso Alegre.
Em 1740, simulou-se um concílio de paz com os índios Guaicurus, induzindo-os a partirem na luta contra os índios paiaguás, o que seria interessante para as tropas portuguesas. Entretanto, foi falsa, pois logo que as tropas portuguesas começaram a trocar presentes e oferendas, conta-nos a história que pego de surpresa, foram dizimadas pelos índios com porretes e lanças. Do que concluímos que o litígio índios e brancos naqueles idos era real.
Em 1741 chega a monção de São Paulo trazendo o padre Antônio José Pereira que veio substituir o padre João Caetano, vigário de Cuiabá. Na mesma monção veio também o capelão de Mato Grosso, o padre Manuel de Santa Maria.
Em 1742 no final deste ano, principiaram os jesuítas da província espanhola de Moxos a estabelecer sobre o território à margem direita do Rio Guaporé fundando as missões de: São Romão, São Miguel e Santa Rosa, sendo que esta última foi instalada nos campos chamados Santa Rosa e depois transferida para o lugar onde posteriormente fundou-se o nosso Forte da Conceição. Neste período pode-se exaltar o desenvolvimento de fazendas e gado em Goiás.
1743 neste ano, chegou uma monção de São Paulo trazendo o doutor ouvidor Manoel Antunes Nogueira, tomando posse a 14 de dezembro. Houve, também, neste ano protesto da Câmara de Cuiabá, em ato de junta de 30 de maio, contra a ocupação que vinha sendo efetuada pelos, padres jesuítas espanhóis fundando missões à margem direita do Rio Gauporé.
Em 1744 sertanistas de São Francisco Xavier encontram jazidas de ouro nos ribeirões afluentes do Rio Corumbiara, em Mato Grosso.
Em 1745 foram descobertas as minas do Rio Arinos pelo mestre de campo Almeida Falcão e seus filhos, residentes naquela região de Mato Grosso.
Em 1746 foram descobertas as Minas do Alto Paraguai, que depois recebeu o apelido de “Gatinho”. A descoberta foi feita pelo capitão Antônio de Pinho de Azevedo. A descoberta das Minas do Arinos, promoveu deslocamento de grande contingente de pessoas, que além de esvaziar as Minas de Mato Grosso, e pelo fato de não possuir Juiz que colocasse ordem na convivência social, muitos abusos e crimes foram perpetrados.
Em 1747 as minas do Paraguai continuam atraindo pessoas para o garimpo, encontrando-se nas ditas minas diamantes. Desse aglomerado de pessoas surgiu o Arraial da Nossa Senhora do Parto.
Em 1748 um fato relevante foi a divisão das capitanias de Mato Grosso e Goiás, divididas pelo Rio Grande, até então pertencentes as Minas de São Paulo.
Em 1749 retorna o sargento-mor João de Sousa Azevedo que descera para o Pará pelo Rio Arinos em 1746, voltando à Mato Grosso com a primeira carregação daquele Estado, fazendo o trajeto pelos Rios Amazonas, Madeira, Guaporé e Sararé. Neste ano, chega também, o ouvidor Dr. João Antônio Vaz Morilhas tomando posse em 30 de dezembro. Chega também, o Dr. Intendente Francisco Xavier dos Guimarães Brito e Costa.
Em 1750 o governo do Pará, mostra vontade quanto a exploração dos rios de navegação entre a capitania de Mato Grosso e Pará.
E, 1804 a 20 de março, chegou em Cuiabá o Capitão General Carlos Abreu Menezes que, governou a então capital de Mato Grosso Vila Bela da Santíssima Trindade, assumindo o governo em 28 de julho de 1804, vindo a falecer com febre a 08 de novembro de 1805.
Em 05 de fevereiro de 1817 iniciou-se em Cuiabá a construção da Santa Casa da Misericórdia (Antigo Hospital Real Militar).
Em 22 de janeiro de 1823, chega em Cuiabá a notícia da Independência do Brasil.
Na Independência do Brasil capitaneada por D. Pedro I, Mato Grosso viveu a dualidade administrativa imposta por lideranças de Vila Bela e outras lideranças de Cuiabá.
Em 17 de agosto de 1823 foram escolhidos dois membros da junta governativa de Cuiabá e três de Vila Bela, tomando posse na Metrópole. O governo provisório de Mato Grosso sob a Presidência do Padre Manoel Alves da Cunha, estabeleceu-se em Vila Bela, entretanto, em protesto os dois representantes de Cuiabá não tomaram posse.
A junta governativa de Vila Bela chegou a aventar a possibilidade de anexar Mato Grosso à Província Boliviana dos “Chiquitos”, possibilidade condenada pelo governo Imperial. E quanto a este acontecimento foi comprovado através de atas e ofícios do Governo Provisório trocados com o Governador Dom Sebastião Ramos em 13 de abril de 1825. (Fonte – Livro Governantes de Mato Grosso – pag 16 – Paulo Pitaluga)
Em 20 de Abril de 1824 o Monarca D. Pedro I nomeou Presidente da Província de Mato Grosso o Dr. José Saturnino da Costa, assumindo o cargo a 10 de setembro de 1825.
Em 27 de novembro de 1825 chega em Cuiabá a notícia oficial do reconhecimento da Independência do Brasil pela Coroa Portuguesa.
Em 15 de julho de 1826 foi criado o Bispado de Cuiabá pelo Papa Leão XII.
Em 1831 foi nomeado a Cônego o Bispo José Antônio dos Reis, pelo Papa Gregório XVI, chegando o mesmo a Cuiabá em 27 de novembro de 1833.
Em 27 de Abril de 1833 durante a investida na Presidência do Estado de Mato Grosso por André Gaudie, aumenta o movimento revolucionário, depois conhecido como “Rusga”, iniciado pelo Juiz de Fora Pascoal Miranda, o cirurgião-mor Patrício Manso e o Coronel João Poupino Caldas, contra os remanescentes portugueses (conhecidos como Bicudos).
A tropa se rebela e os comandantes são destituídos e o Presidente da Província Antônio Corrêa organiza duas companhias de Guardas Nacionais objetivando a conter o motim instalado. Não conseguindo, pede demissão.
Em 1833 é fundada a Sociedade de Zelosos da Independência, visando a arrefecer as ações que antecederam a “Rusga”.
Antônio Corrêa, segura o comando do governo da Província de Mato Grosso, até a nomeação de um novo Presidente por parte do governo Imperial. Com a demissão de Antônio Corrêa da Costa, assume interinamente a Presidência da província o Coronel João Poupino Caldas.
Em 1837 chega a Cuiabá o então tenente Augusto João Manoel de Leverger, depois chamado “Barão de Melgaço”.
Em 1848 naturalizou-se brasileiro e na qualidade de comandante do Forte de Coimbra, foi nomeado Presidente Da Província de Mato Grosso, Estado que governou por quatro vezes.
Em Cuiabá construiu um Arsenal de Marinha iniciando trabalho de engenharia naval. Em 01 de Abril de 1857, deixa o governo provincial o Barão de Melgaço
Em 07 de outubro de 1850 foi nomeado Presidente da Província Augusto João Manoel Leverger, capitão de fragata da Armada Nacional e Imperial. Nasceu em Saint Malo, na Bretanha em 1802, cognominado pelo Ilustre Historiador Virgílio Corrêa Filho, o “Bretão Cuiabanizado”.
Em 01 de Abril de 1857, deixa o governo provincial o Barão de Melgaço
Em 1º de novembro de 1865, o Imperador D. Pedro II lhe confere o título de Barão de Melgaço.
A 14 de janeiro de 1880 falece em Cuiabá, o Barão de Melgaço.
Em 07 de dezembro de 1858 inicio da construção do Seminário Episcopal de Cuiabá por iniciativa do Bispo José Antônio dos Reis, criado pelo Decreto Nº 1149 do governo Imperial de 13 de março de 1835.
O Seminário da Conceição foi o 1º estabelecimento de ensino secundário de Mato Grosso.
Em 07 de março de 1880 foi fundado o Liceu Cuiabano, hoje Maria de Arruda Müller.
Em 13 de outubro de 1884 tomou posse como Presidente da Província de Mato Grosso Floriano Peixoto que, depois veio a ser o 2º Presidente da República.
Em 10 de outubro de 1891 deu-se a instalação do Tribunal de Relação do Estado, substituindo o Tribunal de Alçadas, criado pela Constituição Republicana.
Em 15 de agosto de 1891 é promulgada a 1ª Constituição resultante da instalação da Constituinte Estadual de 30 de julho de 1891. Sendo que, os deputados elegeram o 1º Presidente do Estado Dr. Manuel José Murtinho e o seu Vice-Presidente Generoso Paes Leme de Souza Ponce.

“Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau.
Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.











