John Wayne
Foto clássica do premiado ator John Wayne entre seus irmãos maçons.
Ele foi membro da Ordem de DeMolay (Capítulo de Glendale, Califórnia) e foi iniciado na Maçonaria la Loja Marion McDaniel nº 56 (Tucson, Arizona) em 09 de julho de 1970. Tornou-se Mestre Maçom em dois dias depois.
Nesta imagem, com os seus irmãos da Loja Marion McDaniel; Fila da frente (a partir da esquerda) James Wild, Seneca Erman, John Wayne, Horton Weiss, Robert Higel.
Marion Michael Morrison nasceu em 26 de maio de 1907. Como detestava seu nome, mudou assim que entrou para o cinema. Com 1,92 m de altura e campeão de futebol, pela University of Southern California, começou a se destacar no cinema em “A grande jornada” (1930), estrelando diversos filmes tipo B até se consagrar no papel de Ringo Kid no clássico “Nos tempos das Diligências” (1939).
A carreira de Wayne foi assim agraciada com esse divisor de águas inestimável que o lançou ao estrelato. Esse filme se tornou a obra que definirá todas as principais características do cinema de faroeste clássico norte-americano. A parceria entre Wayne e Ford continuou e realizaram juntos ainda uma série de grandes sucessos e filmes inesquecíveis (foram 22 no total), como “Rio Grande” (1950), “Depois do Vendaval” (1952), “Rastros de Ódio” (1956), “O Homem Que Matou o Facínora” (1962), “Sangue de Herói”, “Legião Invencível” e “Rio Grande” – trilogia sobre a Cavalaria -; “O céu mandou alguém”, “Asas de Águia”, “Marcha de Heróis”, entre outros.
Outro diretor renomado com quem trabalhou foi Howard Hawks, um dos maiores realizadores do período clássico hollywoodiano, com o qual fez vários dos maiores sucessos não apenas de suas carreiras, mas sim de todo o gênero do faroeste. Como bons exemplos temos: “Rio Vermelho” (1948), “El Dorado” (1967) e, o principal, e um dos mais irretocáveis exemplares do gênero, “Onde Começa o Inferno” (1959).
Além de John Ford e Howard Hawks, outros grandes diretores da época igualmente dirigiram Wayne. É o caso de Henry Hathaway, com o qual fez, entre outros, o filme que lhe concedeu o prêmio Oscar na categoria de melhor ator, “Bravura Indômita” (1969); Otto Preminger, que o dirigiu no ótimo drama de guerra “A Primeira Vitória” (1965); Don Siegel, com o qual fez seu último trabalho, “O Último Pistoleiro” (1976); Michael Curtiz, em “Os Comancheiros” (1961); e John Huston, com o qual trabalhou junto em “O Bárbaro e a Gueixa” (1958)
Além dos diretores já mencionados podemos citar: William Wellman, Mark Rydell e John Farrow. Havendo, também, trabalhado ao lado de vários astros de sua época: Henry Fonda, Katharine Hepburn, James Stewart, Maureen O’Hara, Sophia Loren, Elsa Martinelli, Kirk Douglas, William Holden, Marlene Dietrich, Rock Hudson, Robert Mitchum, Lee Marvin, Richard Widmark, dentre outros, em seus 50 anos de cinema.

“Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau.
Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.











