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História Pós-diluviana

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História Pós-diluviana Origem das Nações

Após o Dilúvio (2.072 a.C), os descendentes de Sem – 2.172 a.C. (filho de Noé) povoaram as regiões asiáticas, desde as praias do Mediterrâneo até o oceano Índico, ocupando a maior parte do território entre Jafé e Cão. Foi dentre eles que Deus escolheu o seu povo, cuja história constitui o tema central das Sagradas Escrituras.

Os descendentes de Cão – 2.172 a.C. (filho de Noé) foram notavelmente poderosos no princípio da história do mundo antigo. Constituíam a base dos povos que mais relações travaram com os hebreus, seja como amigos, seja como inimigos. Eles se estabeleceram na África, no litoral Mediterrâneo da Arábia e na Mesopotâmia.

Os descendentes de Jafé – 2.172 a.C. (filho de Noé) formaram os povos indo-europeus, ou arianos. Embora não tivessem sobressaído na história antiga, tornaram-se nas raças dominantes do mundo moderno.

Mas ainda houve um fato digno de menção antes de Abraão (1.780 a.C) ou de seu chamado por Deus com 75 anos de idade (1.705 a.C). Decorridos 120 anos depois do Dilúvio, os habitantes de Sinar, se orgulharam e queriam chegar ao céu então começaram a construir uma torre, para, talvez, formalizarem algum culto idólatra, essa era a Torre de Babel (Gn. 11), mas Deus condenou sua arrogância e confundiu-lhes a língua que falavam e os dispersou em várias regiões.

Daí em diante, a torre passou a ser conhecida como Babel, que, em hebraico, significa “confusão”. (Gn. 11:1-7, cf. 9:11). Isso nos dá a entender, talvez, ser este o motivo de se falar tantas diferentes línguas pelo mundo. É bem provável que a torre de Belus, na cidade de Babilônia, haja sido a culminação de Babel. Constituía-se ela numa pirâmide quadrada de oito pisos, cuja base media mais de um quilômetro de circunferência. (Gn. 10:10; 11:9).

Marcado:

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
goms
gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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