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Castelo de Sant’iago de Kassem

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Castelo de Sant’iago de Kassem
Origem Islâmica

A fundação do Castelo é atribuída ao período Islâmico.

Construído pelos ocupantes muçulmanos durante o séc.VIII d.C. – na primeira metade da Civilização da Idade Média -, após a consolidação da sua dominação, cujos vestígios teriam sido fortemente apagados pela ocupação cristã.
O castelo árabe sucedeu à importante latina Miróbriga abandonada no Séc.V e em vez dela optaram os novos habitantes por ocupar a colina em frente fundando uma nova povoação que cresceu, construíram o seu novo Castelo – com o desmantelamento de blocos de cantaria de Miróbriga –, em ponto estratégico, donde controlavam a vasta planície que dali se avistava, como o castelo de Beja e os de Palmela e Sesimbra para norte.
É constituído por várias torres e cubelos ligados por um adarve (rua estreita sobre o muro da fortaleza com ameias) desenvolvendo-se num paralelogramo rodeado por uma primeira linha defensiva a barbacã onde se fazia a antiga ronda (muro construído por fora das muralhas e mais baixo que elas )crivada de seteiras (abertura estreita nas muralhas pela qual se disparavam setas contra os atacantes).
Ao Castelo, foi-lhe dado o nome de Cassen (talvez em homenagem a algum mouro alcaide chamado de Cassen).

A fase da dominância islâmica nesta região que perdurou por cinco séculos (do Séc.VIII ao Sec.XIII) deu lugar a outros conquistadores.
No ano de 1158 D. Afonso Henriques com o auxílio dos Cavaleiros Templários (ou cavaleiros do Templo de Jerusalém ou de Salomão que mais tarde viriam a ter sede no castelo de Tomar) tomam pela primeira vez, como consequência da conquista de Alcácer do Sal, o castelo sob o domínio – no segundo período – do reino Taifa de Beja .
(Em consequência do declínio do Emirado Almorávida – inicia-se o segundo período dos reinos Taifas e mais tarde o califado Almoada).
Provàvelmente os mouros tê-lo-iam recuperado em 1161 para voltar a ser cristão entre 1162 e 1166.
As conquistas e reconquistas deste castelo medieval perduraram por várias décadas com as consequentes destruíções e reconstruções que se teriam verificado.
Volta a cair esta praça para a posse dos mouros em 1185, quando se inicia a ofensiva almoada. É recuperada no ano seguinte – 1186 – pelos freires espatários ( designação do latim ) guarda armado de espada (frades e militares da Ordem de Sant’Iago de Espada com sede no castelo de Palmela) a quem foi doado por D.Sancho I, considerada com a categoria de Vila, fazendo-se nesta data a ocupação pelos frades guerreiros.
Nova reviravolta se dá nas hostes árabes, e entre 1190 e 1191 ainda no reinado de D.Sancho I, o califa almóada Al-Mansor lança uma grande ofensiva à Peninsula a partir de Marrocos, que conduziu à reconquista do domínio mourisco restaurando o regime islamita desde o Algarve até ao rio Tejo.
A Ordem dos monges guerreiros de Sant’Iago de Espada só recupera o Castelo definitivamente do poderio muçulmano em 1217, – em período reinante do califado almoada -, após o bispo de Lisboa D. Soeiro II o ter reconquistado com o auxílio de cruzados e dos cavaleiros do Templo e de Sant’Iago, – terminada que foi a Reconquista Cristã do território a sul do Tejo no reinado de D. Afonso II – que confirma a doação feita aos Espatários por seu pai ( D.Sancho I ), procedendo-se à sua reconstrução.
Foi seu primeiro alcaide-mor o comendador Micer Carlos Pessanha após a reconquista definitiva em 1217 depois de um jugo muçulmano desde 1191.
Os Espatários teriam dado a invocação do patrono da Ordem às Terras de Cacem, talvez por a conquista da praça se ter feito no dia da sua festa litúrgica (25 de Julho) o que mais tarde teriam juntado o nome árabe para se distinguir a povoação das outras com designações similares.
Ivair Ximenes Lopes
MS Maçom pesquisa
http://terrasdesantiago.planetaclix.pt/castel.htm

Marcado:

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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    A Maçonaria Regular

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    A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

     No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

     A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

     Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

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    A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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