Levantes da Aliança Nacional Libertadora (1935–1937): o Rio Grande do Sul e a crise que conduziu ao Estado Novo
setembro 27, 2026
Levantes da Aliança Nacional Libertadora (1935–1937): o Rio Grande do Sul e a crise que conduziu ao Estado Novo
Os acontecimentos de 1935 constituíram uma nova etapa da instabilidade política brasileira iniciada com a Revolução de 1930.
A criação da Aliança Nacional Libertadora (ANL), em março daquele ano, reuniu comunistas, socialistas, tenentes de esquerda e outros setores oposicionistas em torno de um programa que defendia o combate ao fascismo, ao imperialismo e às estruturas econômicas e políticas consideradas responsáveis pelas desigualdades do país.
Luís Carlos Prestes foi escolhido presidente de honra da organização.
Em julho, depois da divulgação de um manifesto de Prestes defendendo a derrubada do governo, Vargas determinou o fechamento da ANL.
A organização passou à clandestinidade e setores ligados ao Partido Comunista Brasileiro prepararam levantes militares que ocorreram em novembro de 1935, inicialmente em Natal e posteriormente em Recife e no Rio de Janeiro.
rebeliões foram rapidamente derrotadas, mas produziram consequências políticas muito maiores que sua duração militar. O governo utilizou o episódio para ampliar a repressão, criar mecanismos excepcionais de segurança e fortalecer setores militares favoráveis ao endurecimento do regime.
No Rio Grande do Sul, a crise assumiu características próprias. O governador Flores da Cunha, que havia sido aliado de Vargas, aproximava-se cada vez mais da oposição e controlava importantes forças estaduais. Entre 1936 e 1937, a disputa entre Vargas e Flores tornou-se parte central da crise nacional.
A divulgação do Plano Cohen, em setembro de 1937, forneceu novo argumento para a decretação do estado de guerra e para o enfraquecimento dos adversários de Vargas.
Em 10 de novembro, o Congresso foi fechado e foi instaurado o Estado Novo. O ciclo iniciado pela Revolução de 1930 terminava, assim, com a concentração do poder político nas mãos de Vargas. (FGV CPDOC)
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).