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Joaquim José de Mendanha e a música que atravessou a Revolução Farroupilha

Joaquim José de Mendanha e a música que atravessou a Revolução Farroupilha

A história da Revolução Farroupilha não foi construída somente por generais, comandantes, estancieiros e combatentes.

Entre seus personagens encontra-se um músico mineiro cuja obra ultrapassou o próprio conflito e se transformou em um dos mais conhecidos símbolos culturais do Rio Grande do Sul.

Joaquim José de Mendanha, nascido em Ouro Preto, Minas Gerais, estabeleceu-se ainda jovem no Sul e construiu carreira como músico militar, regente, compositor e professor.

Durante a Revolução Farroupilha, dirigia a banda do 2º Batalhão de Fuzileiros quando foi capturado pelas forças republicanas na Batalha do Barro Vermelho, em Rio Pardo, em 30 de abril de 1838. A partir desse episódio, sua trajetória ficou ligada à criação da música que posteriormente seria conhecida como Hino Rio-Grandense.

A composição, porém, percorreu uma longa história: teve diferentes letras, circulou como hino dos farroupilhas, recebeu modificações musicais e somente em 1966 foi oficialmente adotada como símbolo do Estado.

A biografia de Mendanha revela, assim, uma curiosa interseção entre guerra e arte: um músico pertencente às forças imperiais tornou-se responsável pela melodia que sobreviveria ao conflito e seria incorporada à identidade cultural rio-grandense.

Sua história demonstra como a cultura pode sobreviver às disputas políticas e militares que lhe deram origem, transformando uma circunstância de guerra em patrimônio cultural duradouro.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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