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A Guerra dos Farrapos e seus Palcos

A Guerra dos Farrapos e seus Palcos

Nas pesquisas que tenho realizado sobre a Revolução Farroupilha, sempre me impressionou como a geografia do Rio Grande do Sul se confunde com a própria história do conflito.

Cada cidade, cada vila, cada arroio e cada coxilha guarda a memória de um combate, de uma proclamação ou de um acordo que mudou o destino da província.

A Guerra dos Farrapos não foi um conflito abstrato, travado em campos de batalha distantes; foi uma guerra que se desenrolou no quotidiano das vilas, que transformou estâncias em quartéis-generais e que fez de cidades inteiras palcos de episódios que, até hoje, definem a identidade gaúcha.

Esta é a primeira parte de uma série de artigos que preparei em comemoração à Semana Farroupilha, dedicada a percorrer os principais lugares que foram cenário da Revolução.

Porto Alegre, o berço e coração da guerra, onde na Loja Maçónica Philantropia e Liberdade, em 18 de setembro de 1835, Bento Gonçalves da Silva abriu a reunião que decidiu o início da revolução.

A importância deste estudo reside na forma como a geografia se torna memória, e como cada local — de Piratini a Caçapava, de Alegrete a São Borja — guarda um fragmento da epopeia farroupilha.

Doutrinadores como Alfredo Varela, em História da Grande Revolução, e Moysés Vellinho documentaram estes cenários, enquanto novas interpretações, como as de estudiosos da história regional, destacam o papel da Maçonaria e das elites locais na articulação do movimento.

Este artigo convida o autor e o leitor a percorrerem connosco os caminhos da Revolução, para que a memória dos lugares ilumine a compreensão do conflito que forjou o Rio Grande do Sul.

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

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gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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