A Fortaleza de Humaitá
A Fortaleza de Humaitá, conhecida como o “Gibraltar da América do Sul”, foi uma instalação militar crucial durante a Guerra do Paraguai, desempenhando um papel estratégico na defesa do país.
Importância Estratégica
A Fortaleza de Humaitá estava localizada próxima à foz do rio Paraguai e controlava o acesso fluvial à capital do Paraguai, Assunção. Era considerada uma das mais importantes obras de engenharia militar da época, com uma guarnição de 18.000 homens e armada com 120 canhões.
A fortaleza foi projetada para ser um obstáculo intransponível para as forças inimigas, utilizando uma combinação de baterias de artilharia e um sistema de trincheiras que se estendia por 13 quilômetros.
Papel na Guerra do Paraguai
Durante a Guerra do Paraguai (1864-1870), a fortaleza foi o principal teatro de operações e resistiu a um cerco prolongado pelas forças aliadas, que incluíam Brasil, Argentina e Uruguai. A fortaleza deteve o avanço das forças aliadas por quase dois anos, de 1866 a 1868, até ser finalmente capturada em 1868 após intensos combates.
O cerco e a tomada de Humaitá foram marcos significativos na guerra, simbolizando a resistência paraguaia e a determinação de seu povo em defender seu território.
Legado
Após a guerra, a Fortaleza de Humaitá foi demolida conforme os termos do Tratado da Tríplice Aliança, que visava garantir que nenhuma fortificação semelhante fosse construída novamente. Hoje, a fortaleza é vista como um símbolo de orgulho nacional para os paraguaios, representando a resistência e a bravura de seu povo durante um dos conflitos mais mortais da história da América do Sul.
A Fortaleza de Humaitá não apenas desempenhou um papel crucial na defesa do Paraguai, mas também se tornou um ícone da história militar da região, refletindo a complexidade e a tragédia da Guerra do Paraguai.

- “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
- MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
- O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau.
- Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
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