Mário Marinho Behring
Biografia de Mário Behring
Mário Marinho Behring, mineiro de Ponte Nova, nasceu em 27 de janeiro de 1876. Formou-se em Engenharia. Aos 22 anos de idade, no dia 20 de agosto de 1898 o Irmão Carlos da Fonseca Brandão propôs a sua iniciação na Loja Maçônica União Cosmopolita, Oriente de Ponte Nova. Aprovado, foi ele iniciado neste mesmo ano. Pelos seus conhecimentos e dedicação aos estudos da Arte Real, logo chegou a Venerável Mestre. Em 1900, pretendendo mudar-se para o Rio de Janeiro, renunciou ao cargo de Vem Mestre de sua Loja, no dia19 de dezembro.
No Rio deJaneiro, dedicou-se ao jornalismo, tendo criado as revistas Kosmos e Cinearte. Foi durante muitos anos redator do jornal Imparcial.
Em 1902 fez o concurso para a Biblioteca Nacional e, sendo aprovado, foi exercer o cargo naquele órgão; em 1924 foi nomeado Diretor da Biblioteca Nacional.
Faleceu ainda jovem, com a idade de 57 anos, em 14 de junho de 1933, numa Quarta-feira. Na cidade do Rio de Janeiro, deixando viúva Maria Julieta de Macedo Behring e filhos. Foi sepultado no Cemitério São João Batista, naquele Oriente.
Em sua vida maçônica ocupou outros importantes cargos entre os quais destacam-se:
o De 1902 a 1905 foi membro da comissão de Redação do Boletim Oficial do Grande Oriente do Brasil.
o Em 1906, foi Grande Secretário adjunto do Grande Oriente do Brasil;
o Em 1907, elaborou o projeto da nova Constituição do Grande Oriente do Brasil; foi Ministro de Estado do Supremo Conselho;
Em 1908 foi eleito Grande Orador do Conselho Geral da Ordem, criado por iniciativa sua, sendo reeleito, seguidamente até 1917.
De 1901 a 1912 exerceu por duas vezes o cargo de Grande Secretário Interino do Grande Oriente do Brasil.
Em 1920 foi reeleito Ministro de Estado do Supremo Conselho;
Em 1921 foi eleito Grão-Mestre Adjunto do Grande Oriente do Brasil, e nessa ocasião representou a Maçonaria do Brasil no Congresso Nacional de Lousane.
Em 1922 foi eleito, por 5 anos, para o cargo de Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho, já então com estatutos reformados e tornado corpo autônomo e soberano;
Em 1925 foi eleito Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil;
Em 1927 foi reeleito Grande Comendador e logo depois o Supremo Conselho lhe concedeu a regalia de ser o Soberano Grande Comendador Ad-Vitam.
Autor: Ivair Ximenes Lopes

“Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau.
Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.











