O Idiota, a Filosofia Maçônica e a Arte de não se Deixar Reduzir
Abstrato
Ser idiota não é ingenuidade, mas lucidez que incomoda. O maçom aprende a unir bondade e prudência: compaixão sem servilismo, firmeza sem cinismo. Só assim evita a armadilha social que ridiculariza a esperança e glorifica a esperteza.
Ser um "idiota", na acepção de Dostoiévski, não é ser um tolo ingênuo, mas alguém que insiste em cultivar a bondade e a beleza em um mundo que só reconhece o cálculo e o cinismo. O príncipe Míchkin, protagonista de O Idiota, encarna. . .
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"Agora é tempo de reempossar-me de minha Liberdade; basta de oferecer-me em sacrifício as tuas interessadas vistas. Assaz te conheci, demasiando te servi. - Joaquim Gonçalves Ledo"
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