Amonet
Por uns encarada como o principio feminino de Amon, por outros como a primeira mulher de Amon. Amonet era uma deusa da mitologia egípcia, a versão feminina do deus Amon. O seu nome significa “A Oculta”.
Esta deusa surgiu na época do Império Médio, tendo o seu culto se consolidado na época do Império Novo. Na cosmogonia proposta pela Ogdóade de Hermópolis, Amonet era a esposa de Amon. Ambos representavam o intangível, o oculto e o poder que não se extingue. Nesta cidade era representada como uma mulher com cabeça de rã.
Na cidade de Tebas, onde era representada como uma mulher que usa a coroa vermelha do Baixo Egipto, será substituída pela deusa Mut como esposa de Amon. Outra possível forma de representá-la era na forma de vaca.
Amonet desempenhava um importante papel nas cerimónias de entronização do faraó, bem como nas festas de Heb-Sed (jubileu real, geralmente celebrado após trinta anos de reinado), onde era por vezes acompanhada pelo deus Min.
No templo de Amon em Karnak, o faraó Tutankhamon mandou erguer uma estátua da deusa com Amon. Amonet foi identificada pelos Gregos com a deusa Atena

“Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau.
Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.











