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A Sétima Cruzada

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A Sétima Cruzada

A Sétima Cruzada foi comandada pelo rei francês Luís IX, o objetivo era alcançar o Egito. Após algumas investidas o exército de cruzados conseguiu vitórias importantes e o domínio de alguns territórios, mas a prisão do líder francês fez com que tudo se perdesse.

O que Frederico conquistou perdeu-se em 1244, quando os muçulmanos expulsaram os cristãos de Jerusalém. Para reconquistar a cidade foi organizada uma cruzada em 1248, sob o comando de Luís IX, da França.

Rota utilizada pela Sétima Cruzada

A Sexta Cruzada  conseguiu estabelecer um tratado de paz com os muçulmanos na Terra Santa. O líder nessa ocasião era Frederico II, herdeiro do trono de Jerusalém, que embora cristão, admirava muito a cultura islâmica. Pelo seu interesse diferenciado, preferiu dialogar com os muçulmanos a guerrear, mas mesmo tendo conseguido estabelecer um tratado de paz que garantia soberania dos cristãos na Terra Santa por dez anos, o Papa Gregório IX ficou insatisfeito por não ter combatido os muçulmanos e o excomungou.

O tratado de paz vigorou a partir de 1229 pelo tempo que foi previsto, mas quando chegou ao fim os embates retornaram. Uma fraca expedição militar cristã foi liderada por Ricardo de Cornualha e Teobaldo IV de Champanhe visando garantir a situação que havia. Mas em 1244 os muçulmanos reconquistaram todas as terras no Oriente, isto fez com que o Papa Inocêncio IV abrisse o Concílio de Lyon no mesmo ano para se debater novas alternativas de reforçar a presença cristã nos lugares considerados sagrados. Em tal ocasião, o rei francês, Luis IX, se apresentou para liderar os cristãos em mais um Levante contra os muçulmanos.

A nova Cruzada só partiu três anos depois, entretanto Luís IX conseguiu reunir um admirável exército que contava com a força de 35.000 homens. Enquanto os mongóis causavam perturbações no Oriente, o monarca francês se aproveitou da oportunidade para sair de Aigues-Mortes em 1248 e chegar até o Egito. No mesmo ano fez uma escala com seu exército em Chipre para por fim atacar o Egito.

No ano seguinte, em 1249, o exército de cruzados comandado por Luís IX recuperou a região de Damietta, a qual utilizaria mais tarde como base militar para promover a conquista da Palestina. Em 1250, por pouco, o rei francês não conseguiu conquistar o Cairo. Os cristãos foram surpreendidos por uma inundação do Nilo, a partir da qual os muçulmanos aproveitaram para se apoderar das provisões alimentares dos cruzados, gerando fome e doenças como o escorbuto entre os cristãos.

A consequência dessa derrota foi muito negativa, o exército sucumbiu a várias doenças, sendo que especialmente o tifo foi responsável por dizimá-lo. Sem o grandioso exército que organizara, Luís IX preferiu bater em retirada, mas também não conseguiu o fazer da forma desejada. Ainda no mesmo ano o monarca francês foi tomado como prisioneiro em Mansurá pelos muçulmanos. A negociação pela libertação do rei fez regredir todas as conquistas de sua expedição no Oriente, foi pago um volumoso resgate no valor de 800 mil peças de ouro e o território de Damietta foi devolvido aos muçulmanos em maio de 1250. Enquanto esteve preso, o irmão de Luís IX, Roberto de Artois, tentou reconquistá-lo por via do combate, mas foi derrotado por sua imprudência.

Após a liberação de Luís IX, este seguiu para Palestina acompanhado por seu irmão, Carlos D’Anjou, lugar onde permaneceu por quatro anos negociando a liberação de todos os prisioneiros cristãos e de promover um grande esforço para fortificar as cidades fracas do Levante.

Em tal ano de 1254, Luís IX regressa à Europa e só então recebe a notícia de que sua mãe, Branca de Castela, regente em sua ausência, havia falecido. Tempos mais tarde, o rei francês Luís IX foi canonizado como São Luís.

Por Antonio Gasparetto Junior
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MS Maçom by Ivar Ximenes Lopes

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MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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    A Maçonaria Regular

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    A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

     No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

     A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

     Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

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    A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

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