Thomas Jefferson
Ao longo dos meus anos de estudo sobre os fundamentos da democracia moderna, poucas figuras me provocaram uma admiração tão complexa quanto Thomas Jefferson.
Ele foi, para mim, o arquétipo do homem do Iluminismo — um fazendeiro que era filósofo, um político que era arquiteto, um escravocrata que escreveu que "todos os homens são criados iguais".
A sua vida é um tecido de contradições que, mais do que enfraquecer a sua grandeza, a tornam profundamente humana.
Foi o principal autor da Declaração de Independência, o terceiro presidente dos Estados Unidos, o fundador da Universidade da Virgínia, um inventor prolífico, um arqueólogo amador e um dos maiores colecionadores de livros do seu tempo.
Mas foi também um homem que manteve centenas de pessoas escravizadas, que endividou a sua propriedade e que nunca se libertou completamente das amarras do seu tempo.
Neste artigo, convido o leitor a explorar a vida, as obras e as contradições de Thomas Jefferson, um dos Pais Fundadores mais brilhantes e enigmáticos da história americana.

Usuário não autorizado! O acesso integral à esta página e aos demais artigos do MS MAÇOM é reservado a membros devidamente identificados. Solicitamos que realize o login para proceder. Privacidade e discrição são pilares de nossa comunidade, e seu cumprimento é essencial!

Nos siga nas redes sociais:












