Os Voluntários da Pátria foram corpos militares formados pelo Império do Brasil a partir de 1865, durante a Guerra do Paraguai, para reforçar rapidamente o Exército Imperial, que não possuía efetivo suficiente para enfrentar um conflito de grande escala. Foram criados pelo Decreto nº 3.371, de 7 de janeiro de 1865, que permitia o alistamento voluntário e estabelecia incentivos para aumentar a adesão.
Quem eram?
Eram brasileiros de diversas origens sociais — trabalhadores urbanos, camponeses, escravizados alforriados, profissionais liberais, membros da Guarda Nacional e até filhos de famílias tradicionais. Apesar do nome, nem todos se apresentaram espontaneamente; muitos foram recrutados de forma compulsória, especialmente nas regiões mais pobres.
Por que foram formados?
O objetivo era:
aumentar rapidamente o número de soldados do Império;
suprir a falta de militares de carreira;
dar uma resposta militar imediata após as invasões paraguaias.
Como eram organizados?
Os Voluntários da Pátria foram divididos em corpos e batalhões, enviados principalmente:
para a frente sul (Rio Grande do Sul, Corrientes, Assunção);
para a Campanha do Mato Grosso;
para batalhas decisivas, como Tuiuti, Curupaiti e Humaitá.
Incentivos oferecidos pelo Império
Para atrair soldados, o governo prometeu benefícios, tais como:
soldos e gratificações;
possibilidade de promoção;
terras após o fim da guerra;
medalhas e condecorações.
Na prática, muitos desses incentivos não foram integralmente cumpridos após o conflito.
Participação e importância militar
Os Voluntários da Pátria tiveram papel decisivo em várias fases da guerra, atuando:
A memória dos Voluntários permanece ligada à ideia de patriotismo, sacrifício e participação popular em defesa do país, ainda que envolva contradições como o recrutamento compulsório e promessas não cumpridas.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). “Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.
A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.
No Brasil, no simbolismo, apenas uma Federação e duas Confederações representam potências reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.
A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.
Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.
Maçonaria Regular MS
A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).