O Prumo
Qual o significado do instrumento “Prumo” na Maçonaria?
O “Prumo” também conhecido como “Fio de Prumo” ou “Perpendicular” é a Jóia do Segundo Vigilante. Essa palavra foi extraída pela Maçonaria de diversas passagens da Bíblia. Inseparável do “Nível”, que é a Jóia do Primeiro Vigilante (vide Pílula Maçônica nº 129).
O primeiro representa a vertical hierárquica. O segundo, a igualdade. Os dois reúnem-se não “Esquadro”, que é a Jóia do Venerável Mestre.
Segundo Mestre Nicola Aslan, o Prumo, que é geralmente usado nas construções de alvenaria, é um pedaço de chumbo, devido sua alta densidade, suspenso por um cordel. Serve para comprovar se o que está sendo feito, está colocado ou não perpendicularmente ao horizonte.
Mestre Frau Abrines nos diz que: o Fio de Prumo, em Maçonaria, simboliza a atração e a Retidão que deve resplandecer em todos os juízos de um bom Maçom. É também o emblema da Justiça e da Equidade que devem ter todas as sentenças emanadas dos tribunais maçônicos.
De acordo com Ragon, o Prumo significa que o Maçom deve possuir tal Retidão de Julgamento que nenhum afeto, seja de interesse ou de família, deve desviar.
Para Mestre Gedalge, o Prumo é o emblema da pesquisa, em profundidade, da base e do equilíbrio. É também o Símbolo da profundeza do conhecimento e de uma retidão que previne todo desvio obliquo.
Desse modo, o Nível e o Prumo, nos permite a correta construção das muralhas do Templo simbólico, em que se emprega todo maçom, por isso o Prumo foi considerado o emblema da retidão da conduta.
M.’.I.’. Alfério Di Giaimo Neto
CIM 196017

“Labor omnia vincit”, um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos.
MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York).
O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau.
Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter.
No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.











