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As Colunas do Templo

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As Colunas do Templo

Podemos definir coluna como um elemento arquitetônico destinado a receber as cargas verticais de uma edificação. Em maçonaria a palavra coluna possui derivações variadas, sendo as principais:

COLUNA JÔNICA – simboliza a coluna da sabedoria personificada pelo Venerável. Fica localizada no oriente sobre a prancheta do venerável.

COLUNA DÓRICA – simboliza a coluna da força e personifica o 1° vigilante. É a coluna que representa os Aprendizes maçom. Fica localizada sobre a mesa do 1° vigilante.

COLUNA CORINTIA – simboliza a beleza e personifica o 2° vigilante. É a coluna que representa os Companheiros maçom. Fica localizada sobre a mesa do 2° vigilante.

COLUNA B (“Booz”) – é uma das colunas que guarnecia a entrada do Templo de Salomão. Na expressão hebraica “Booz”, significa força. Simbolicamente é o local onde os Aprendizes recebem seu salário, ou seja, é sob o abrigo desta coluna que os Aprendizes recebem as instruções para desbastar a pedra bruta. Em loja a coluna fica localizada no ocidente ao norte. A coluna é dirigida pelo 1° vigilante.

COLUNA J (“Jaquim”) – é a outra coluna que guarnecia a entrada do Templo. Faz referencia a “Jaquim”, que significa segundo texto bíblico: “Jeová se estabelecerá”. Simbolicamente é o lugar onde os companheiros recebem seu salário, ou seja, é a coluna onde tem acentos os Companheiros e o local onde recebem as instruções. Em Loja fica localizado no ocidente ao sul. Esta coluna é dirigida pelo 2° vigilante.
As coluna B.’. e J.’. são também conhecidas como colunas solsticiais. São assim denominadas por que a coluna J.’. situa-se ao sul e marca o solstício de verão e a coluna B.’. , ao norte, o solstício do inverno.
Ao longo dos estudos maçônicos aprenderemos também sobre as seguintes colunas:

COLUNA DA HARMONIA – representa o conjunto de obreiros que concorrem para o brilhantismo dos rituais e festejos maçônicos.

COLUNA FUNERÁRIA – representa o local onde se inscrevem os nomes dos membros falecidos da loja. Normalmente é representada por um painel na sala dos passos perdidos, onde se afixam os retratos e nomes dos membros falecidos. O livro de registro de óbitos de maçons do quadro da loja também é conhecido como coluna Funerária.

COLUNA GRAVADA – entende-se toda proposição escrita e encaminhada ao Venerável e recolhida pelo mestre de Cerimônia, por intermédio do saco de proposta e informação.

COLUNA ZODIACAL – é o conjunto de doze colunas, sendo seis situadas próximas a parede do norte e seis próximas a do sul. Em principio são as colunas que dão sustentação a abóbada do templo. Cada uma das colunas leva um emblema de uma constelação do zodíaco. Simbolicamente representa a calota celeste e representa cada mês do ano maçônico.

Com as colunas Booz e Jaquim, percebemos também os opostos nos mesmos níveis (graus), pois estão dispostas em paralelo, isto é, Hiran singularmente nos mostra ou representa a díade sagrada, o macho e a fêmea, a luz e a escuridão, o sol e a lua… ou simplesmente a polaridade, onde um velho mensageiro de nome Hermes escreveu em seu quarto principio: “Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem seu par de opostos, o semelhante e o dessemelhante são uma só coisa, os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em graus; os extremos se tocam, todas as verdades são meias verdades, todos os paradoxos podem ser reconciliados.”

Tendo como base este singelo trabalho, podemos concluir que a maçonaria possui vários significados para o termo coluna, mas nunca devemos esquecer que as colunas mais importantes de um Templo Maçônico são os seus Obreiros, eternos construtores de si mesmo, colunas que ornam e edificam o homem de bem, justo e perfeito e que através de seu juramento feito ao G.’.A.’.D.’.U.’. tem a obrigação de construir um mundo melhor para si e para outrem, refletindo como espelho a sabedoria, a beleza e a força dos ensinamentos maçônicos em sua majestade.

Julio César Lobato, A.’.M.’.
Rio de Janeiro – Brasil

Fontes:
Ritual do Aprendiz Maçom (Grau I, REAA, GOIRJ, COMAB).
– O Caibalion, Hermes Trismegisto, editora Pensamento

MM Ximenes

"Labor omnia vincit", um lema para inspirar a perseverança e a determinação, enfatizando que o trabalho árduo e a dedicação superam quaisquer obstáculos. MM (GLEMS), Inspetor Geral da Ordem (REAA), Servidor da Pátria e da Humanidade (Rito Brasileiro), MR e ME (Rito York). O grau não faz o homem; o homem é que deve fazer-se digno do grau. Um avental bordado, uma joia reluzente ou um título pomposo nada significam se não estiverem apoiados sobre a solidez do caráter. No fim, a única elevação que realmente importa é a da nossa própria alma.

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A Maçonaria Regular

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A Maçonaria Regular é uma fraternidade histórica, fundada entre os séculos XVII e XVIII, baseada em moralidade, filantropia e busca do conhecimento.

 No Brasil, no simbolismo, apenas três "potências" são reconhecidas internacionalmente: Grande Oriente do Brasil (GOB), as Grandes Lojas Estaduais (CMSB) e os Grandes Orientes Estaduais (COMAB); todas as demais não têm reconhecimento oficial. O reconhecimento entre potências é um ato diplomático e soberano.

 A Confederação Maçônica Interamericana (CMI), criada em 1947, reúne 94 grandes potências de 26 países.

 Uma Loja regular deve estar vinculada a uma das três potências reconhecidas no Brasil e seguir normas específicas de regularidade.

Maçonaria Regular MS

glems
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gob ms
glems

 

A maçonaria regular no Mato Grosso do Sul é composta pelo Grande Oriente do Brasil - Mato Grosso do Sul (GOB-MS) (GOB), Grande Loja Maçônica do Estado do Mato Grosso do Sul (GLEMS) (CMSB) e Grande Oriente do Estado do Mato Grosso do Sul (GOMS) (COMAB).

MS Maçom


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